Archive for the Category »Romance policial «

jan
11

afarsanadeOlá! eu sou a Nade.

Meu blog é http://nadejane.blogspot.com/

O meu Romance Gracinha é A farsa – Editora Sextante

È um Romance Gracinha porque a história é envolvente e surpreendente demais!

Quando comprei o livro, fui atraída pela sinopse, tendo a certeza que se tratava de uma boa história.

o estava enganada. Li as 335 páginas em uma semana!

Cada acontecimento desperta ainda mais a curiosidade do que ainda vai vir e o final é sensacional!

Tem alguns livros que você tem ideia de como terminará a história. Neste, você jamais imaginaria como tudo vai acabar.

Adorei!

O Romance é sobre a descoberta de Jonathan, que, após um grave acidente nos Alpes suíços que ocasionou a morte da sua esposa, Emma, fica sabendo que ela tinha outra identidade.

Ele, depois dessa perda, recebe uma correspondência endereçada à esposa contendo dois bilhetes para resgatar bagagens numa estação de trem bem longe dali.

Movido pela curiosidade, pois não havia a identificação do remetente, ele vai até esta localidade e é surpreendido por dois homens que tentam roubar essas malas. Um deles morre. Jonathan foge. E descobre que Emma chamava-se Eva Kruger.

Com quem ele se casara afinal e o que significava essa dupla identidade? Qual seria a verdadeira: Emma ou Eva e o que ela fazia? Seria ela uma agente secreta envolvida em atos terroristas e espionagem internacional? O pior é que, a partir deste assassino, ele passa a correr sérios riscos, tendo que salvar a própria vida. É incrível!

O ápice é quando o personagem principal, Jonathan, procura entender porque a sua mulher, Emma ou Eva, estava envolvida em toda uma conspiração.

Tem trilha sonora? Com certeza!

A música perfeita para este livro é “L’amour Est un oiseau rebelle (Habanera)”, da da ópera Carmen de Bizet.

Classificação: 5/5

 

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E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi

abr
08

Alec Buchanan está prestes a deixar o seu emprego na Polícia de Chicago e retornar a Boston. Restando-lhe apenas três semanas de trabalho ele deve, antes de partir, cumprir uma última tarefa – ser guarda-costas de Regan Hamilton Madison, membro de uma proeminente família de Chicago, dona de uma rede de hotéis. Ao que tudo indica, Regan participou de um seminário onde, numa das atividades, lhe pediram uma lista de nomes das pessoas que considerava nocivas ao mundo e que, possível, eliminaria de sua vida – e agora as pessoas da lista de Regan estão morrendo… Alec aceitou participar do caso, enquanto estivesse trabalhando na cidade, mas jurou que o faria sem envolvimentos. Mas logo acaba descobrindo que evitar maiores envolvimentos com Regan, é o caso mais complicado de todos.

Eu sou abilolada mesmo. Estou com os livros dessa série dos irmãos Buchanan que me foram gentilmente cedidos temporariamente por minha amiga Gis e sem quê nem pra quê iniciei a leitura pelo quarto livro da série. Detalhe: achando que estava lendo o primeiro. Ai que ódio! A despeito de minha vontade, A próxima vítima é o quarto livro da série e, se eu fosse você, pesquisaria no google antes de acreditar na informação dessa leitora desatenta que vos fala.

Mas, assim, a ordem dos livros não altera o resultado pois, conforme me pareceu, os livros anteriores não deixam gancho e, consequentemente, o leitor não experimenta a sensação de estar perdendo algo.

Gostei muito da história ainda que a trama careça de originalidade e apresente alguns furos. Já li uma pá de romances cunhados nesses moldes e alguns autores conseguem desenvolver a trama policial de forma mais engenhosa do que Garwood. No entanto, simpatizei com os personagens, principalmente, com o charmoso Alec. E fiquei ligada no romance entre Regan e ele porque a trama policial não me empolgou muito. Aquele plano infantil de Regan e amigas, convenhamos, é cômico e, em se tratando de mulheres bem resolvidas e inteligentes, não calhou bem. Não consegui digerir a forma como a lista foi criada para, coincidentemente, cair nas mãos do assassino. Correlação pobre de eventos. Sendo assim, o borogodó da história estava na expectativa do que aconteceria entre as quatro paredes e os lençóis.

Quer saber o que senti quando a espera acabou? Então, prolongue o ò do borogodó e terá uma estimativa aproximada.

A linguagem simples do livro me agradou bem como o fato de torná-la ocasionalmente ambígua para não revelar a identidade do assassino. No mais tudo parece ser desenvolvido com o intuito de mostrar mais um Buchanan sendo flechado pelo ardiloso cupido do amor. Para quem gosta do gênero, é deitar e rolar. Claro que vou ler os demais da série, agora tratando com mais respeito a ordem sequencial.