Archive for the Category »Romance Contemporâneo «

fev
18

Estrela_pier

Lucia tem uma vida monótona e previsível até vencer o concurso mais cobiçado do momento.
Não apenas ganha uma viagem para Londres, como também um jantar com o ator inglês Richard Clevehouse.

O que era sorte, entretanto, muda de cor. Richard, o belo ator de olhar sombrio, guarda um segredo: a vida de Lucia corre perigo. E ele fará de tudo para protegê-la, mesmo que, em troca, tenha de sofrer muito mais do que espera.

Das certezas, apenas uma:
Não há para onde fugir!

Autor: Kamila Denlescki
Editora: Novo Século
Ano de Lançamento: 2009
Número de Páginas: 232

Uhú! Òtimáximo! Adorei Estrela Píer.

O livro é do tipo que se lê em uma sentada. Não porque seja pouco extenso, (realmente a história é curtinha com direito a gostinho de quero mais). Mas não é isso. É muito mais porque a trama introduz-se mansamente a ponto de ensurdecer nossos sentidos para o tique-taque do relógio e outros estímulos estressantes. Sim, meu caro Proust, concordo contigo, “a leitura é a mais nobre das distrações”*. De um jeito gostoso, a trama se encarrega de nos puxar pela mão preparando-nos para os arroubos súbitos de “Ih! E agora? O que virá?”.  Enquanto a leitura transcorria no melhor estilo “What have happen to Lucy Píer?”, imergi-me no universo glamoroso que Kamila Denlescki pintou tão habilmente. A história é muito charmosa.

A narrativa é bem estruturada com um pezinho lá nos contos de fadas e nos contos maravilhosos em que a proposta é apresentar um desígnio a ser cumprido pelo protagonista da história, nesse caso, Lúcia Píer. Para cumprir seu destino (que você só saberá lendo), Lúcia precisa sair do seu casulinho e partir em uma viagem inusitada em busca de si mesma, do desconhecido (se o desconhecido tiver um corpão e for sexy, melhor ainda). Quem sabe no ponto de chegada não esteja a tão sonhada felicidade? Antes disso, claro, múltiplos obstáculos marcam presença. Essa estrutura narrativa, ao longo da história da literatura, tem se demonstrado certeira. Não é toa que gêneros do tipo agregam fãs ardorosos em torno de si. Eu sou um deles!

A Kamila tem um raciocínio sofisticado e irônico que marcadamente influencia a sua escrita. O que poderia resvalar em uma arrogância intelectual é competentemente transformado na pedra de toque do livro de onde se origina os diálogos inteligentes e de um humor sutil. Adoro!

Para os melindrosos, o componente glamoroso de que falo não tem nadinha de pomposo. O glamour fica por conta da viagem no tempo rumo à inesquecível Hollywood dos anos 40 e 50. O impressionante é que se trata de história contemporânea, mas o look retrô está o tempo todo ali servindo de pano de fundo para que os nossos James Dean e Rita Hayworth modernos e repaginados na pele de Lucia e Richard nos fascinem com seus desempenhos memoráveis. Um luxo!

Para quem enjoou das mocinhas que choram pelos cantos, Lúcia Pier é digna de palmas. Poderia ser o clichê da nerd recalcada e com baixa auto-estima, mas dribla facilmente esses limites que acabariam por anular as várias possibilidades de Lúcias que tem dentro de si. E no melhor estilo butterfly, a transformação de Lúcia Pier é muito interessante de se ver. Além da mente sarada, temos aí uma mocinha de fibra que não espera que o mocinho a salve dos vilões. A menininha, ela mesma, sem bancar a feminista e sempre feminíssima, bota pra quebrar.

E Richard? Nasceu para ser o anti-herói. Um mau-mau apaixonante e apaixonado. Apesar da fama de vilão, não é um bruto que ama. È um verdadeiro gentleman, mas sem a tal da empáfia estudada. Talvez seja esse um papel mais bem desempenhado por Kim, a outra ponta do triângulo amoroso. Voltando ao Richard, é esse belo espécime de imperfeição heróica que vai até as últimas conseqüências para conquistar o amor de Lucy. Um amor que não estava no script literalmente. Kimdjuvantes de plantão, abram o olho!

A pergunta que não quer calar: os vilões estão com tudo ou mau mocismo cai como luva em nossos heróis?

Aprendi no blog da Steffens que estamos diante de um Mistery Lit. Então, não vou ser a estraga-prazeres por quebrar o pacto. Em se tratando de mistério narrativo, a cada leitor compete desvendá-lo no silêncio de seu santuário de leitura. Além do que não é de bom tom futricar os acontecimentos da trama com quem ainda não a leu. Que fiquem, então, registrados apenas os meus sentimentos sobre a coisa toda.

Recado para a editora Novo Século: Demonstrem cuidado para com seus autores, leitores e livros. Nós agradecemos.

Vou botar Queen no CD Player e ouvir Don’t stop me now nas alturas.

Fui!

*Marcel Proust



fev
10

Mariaelviraembuscadoparaiso Olá , eu sou Maria Elvira

O meu Romance Gracinha é Em busca do Paraiso de Judith Mcnaught - Editora Bestseller

È um Romance Gracinha porque faz com que você tenha fé verdadeiro amor e que ele resiste a tudo quando se busca do paraíso.

O Romance é sobre a história de encontros e desencontros na vida de Meredith Bancroft. Rica, muito insegura e sensível foi abandonada pela mãe quando tinha 1 ano , ficando a mercê de uma pai ciumento e tirano que não media esforços para dominá-la. Durante a sua infância conheceu Lisa, que se tornou sua amiga fiel, companheira de todos os momentos de Meredith. Antes de ingressar na universidade, Meredith conheceu Matthew, Matt para os íntimos, eles tiveram um romance tórrido, um casamento relâmpago e uma separação difícil baseada em mentiras e traições. E depois de 11 anos o destino resolveu cruzar seus caminhos novamente, levando ao uma serie de situações difíceis, apaixonadas e reveladoras, provando que o mundo da voltas surpreendentes.

O ápice é quando as mentiras que separam os dois durantes anos vão começando a ser descobertas.

Tem trilha sonora? Bem no livro nao diz nada sobre uma trilha sonora especifica .. Se eu fosse pensa rem uma música para embalar o romance de Meredith e Matt .. seria I Want To Know What Love Is, da banda inglesa Foreigner.

 

Faça como a Maria Elvira  participe também! È só preencher o nosso formulário.

E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi

jan
24

picture2life_00000_original

Tema: Romance/Livro de Banca

Mês: Janeiro/210

Neste mês eu li: Vida dura

Autora: Claudia Tajes

Editora: LP&M Pocket

Nº de páginas: 168

Sinopse: A vida de Leonel de Moura Brizola Coelho não é nada fácil. Além de suportar as brincadeiras por conta de seu nome, a ele faltam dinheiro, amor, conforto e trabalho. Não necessariamente nessa ordem. Pulando de biscate em biscate para sobreviver na periferia de Porto Alegre, ele tenta desesperadamente inventar novas formas de ganhar alguma grana. Até que ele se depara com uma reportagem de jornal que vai transformar a sua vida numa gozação só – e não no sentido figurado. Com o estilo irreverente que a consagrou como uma das mais interessantes vozes da novíssima ficção brasileira, Claudia Tajes tece essa bem-humorada e inusitada narrativa, que gira em torno de se ganhar dinheiro doando sêmen, concretizar as próprias fantasias, ser feliz e outras improbabilidades da vida.

O livro é sobre uma história nonsense. Inusitada mesmo. Não dá para contar os detalhes sob pena de cortar o barato da leitura. Portanto, sem ultrapassar as linhas gerais contidas na sinopse, seguem algumas observações nada ordenadas acerca do que li.

Metaforicamente falando, Vida dura, o título, refere-se ao endurecimento do órgão genital masculino. Isso mesmo que você leu, caro leitor. Estou falando do pênis. E no caso do livro em questão, a ferramenta de trabalho de Leonel, um obstinado doador de sêmen. Por força do ofício, sua ferramenta deve estar sempre alerta (positivo e operante!) sempre quando requeridos os seus préstimos. Como seria com qualquer doador de sêmen que leva tão ferreamente o seu ofício, circunstâncias inusitadas não se furtam a acontecer. Eis a síntese da  nada mole vida de Leonel Brizola.

Assim como Dominique Molise de Fante, Leonel Brizola, apesar da condição sui generis de seu sustento, é um sujeito comum desempenhando seu papel de inventor de utopias. Um perdido em sonhos de glórias! È de uma estranheza ver como realmente ele leva a sério a fantasia de uma prodigiosa carreira como doador de sêmen! Mas…para o bem ou para o mal, esse é o Leonel com todos os vícios e virtudes de sua fértil imaginação.

E  assim Claudia Tajes faz troça desse pobre sonhador! E ao explorar o tom jocoso, Claudia nos fornece um elo emocional que nos liga à visão de mundo de Leonel.

Abro um parêntesis para citar as palavras Dostoiévski escritas em “Escritos ocasionais”. De certo modo tais palavras alcançam correspondência com o  micro-mundo particular de Leonel:

dostoievski

Dostoievski

E vocês sabem o que é um sonhador, cavalheiros? É um pecado personificado, uma tragédia misteriosa, escura e selvagem, com todos os seus horrores frenéticos, catástrofes, devaneios e fins infelizes… um sonhador é sempre um tipo difícil de pessoa porque ele é enormemente imprevisível: umas vezes muito alegre, às vezes muito triste, às vezes rude, noutras muito compreensivo e enternecedor, num momento um egoísta e noutro capaz dos mais honoráveis sentimentos… não é uma vida assim uma tragédia? Não é isto um pecado, um horror? Não é uma caricatura? E não somos todos mais ou menos sonhadores?

 

Essa citação encaixou-se bem à imagem mental que fiz da trama como um todo. Leonel é deformação grotesca do sonhador que exagera no sonhar. Uma caricatura vivendo ao sabor do vento.

No final das contas, o que se lê é o humor combinado a uma boa dose melancolia. Um humor que não me fez rir de doer, é vero.  De fato os acontecimentos narrados suscitaram-me piedade.  Não que seja essa uma característica desabonadora da obra. Não é bem assim. O texto de Tajes é amigo da realidade sem peneiras, não há odes à nobreza e à pureza de atitudes. Alegríssimo off.  Ao invés da densidade dramática, a autora opta pela comicidade presente em uma vida “desinspirada” onde o risível é de um gênero triste. Esse contraste adequa-se a trama perfeitamente. Vale a pena ler.

Escolhi o livro porque tendo lido Dez quase amores e a Vida sexual da mulher feia, gostei do estilo da Claudia Tajes e quis conhecer mais de suas obras.

A leitura do livro foi perturbadora. De uma qualidade que nos faz pensar. Aliás, essa é uma característica forte na escrita de Tajes. Não deu outra: senti-me desconfortável em acompanhar o hedonismo solitário e utilitário de Leonel.  Foi meio claustrofóbico assisti-lo encerrado em seu quarto, na cabine de doação de sêmen masturbando-se, preso ao seu mundinho sem perspectiva, numa imersão tóxica de escapismo. Considero uma leitura enriquecedora por trazer à baila a questão do estigma que marca aqueles que vivem como podem.

Antes de dar minha nota, uma explicação: percebi que alguns participantes do desafio não estão se sentindo confortáveis em avaliar a obra lida com base em menções. Considero justíssimo. Aliás, uma fala em especial me fez repensar esse lance de notas. O objetivo nunca foi o de depreciar os autores e seus escritos. Como leitora consciente que sou, respeito o trabalho de nossos escritores e sei o quanto é árduo o trabalho de composição literária. E por isso esclareço: de minha parte, a avaliação serve como uma classificação pessoal e emocional sem maiores pretensões analíticas mesmo porque não tenho cacife para tanto. Portanto, sendo fiel a esse meu pensamento, aboli a categorização dos livros como sendo bons ou ruins. Em seu lugar, surge uma nova categorização de um jeitinho só meu, claro, e por isso, inteligível apenas para mim. Assim sinto-me confortável para acompanhar o percurso de minhas leituras da forma emocional, sensorial e a flor da pele como sempre fiz.

Nota ao meu gosto*:4/5

*De 1 a 5, com gradação crescente do que menos gostei para o que mais gostei. That’s all…

jan
11

afarsanadeOlá! eu sou a Nade.

Meu blog é http://nadejane.blogspot.com/

O meu Romance Gracinha é A farsa – Editora Sextante

È um Romance Gracinha porque a história é envolvente e surpreendente demais!

Quando comprei o livro, fui atraída pela sinopse, tendo a certeza que se tratava de uma boa história.

o estava enganada. Li as 335 páginas em uma semana!

Cada acontecimento desperta ainda mais a curiosidade do que ainda vai vir e o final é sensacional!

Tem alguns livros que você tem ideia de como terminará a história. Neste, você jamais imaginaria como tudo vai acabar.

Adorei!

O Romance é sobre a descoberta de Jonathan, que, após um grave acidente nos Alpes suíços que ocasionou a morte da sua esposa, Emma, fica sabendo que ela tinha outra identidade.

Ele, depois dessa perda, recebe uma correspondência endereçada à esposa contendo dois bilhetes para resgatar bagagens numa estação de trem bem longe dali.

Movido pela curiosidade, pois não havia a identificação do remetente, ele vai até esta localidade e é surpreendido por dois homens que tentam roubar essas malas. Um deles morre. Jonathan foge. E descobre que Emma chamava-se Eva Kruger.

Com quem ele se casara afinal e o que significava essa dupla identidade? Qual seria a verdadeira: Emma ou Eva e o que ela fazia? Seria ela uma agente secreta envolvida em atos terroristas e espionagem internacional? O pior é que, a partir deste assassino, ele passa a correr sérios riscos, tendo que salvar a própria vida. É incrível!

O ápice é quando o personagem principal, Jonathan, procura entender porque a sua mulher, Emma ou Eva, estava envolvida em toda uma conspiração.

Tem trilha sonora? Com certeza!

A música perfeita para este livro é “L’amour Est un oiseau rebelle (Habanera)”, da da ópera Carmen de Bizet.

Classificação: 5/5

 

Faça como a Nade, seja a Gracinha do RG você também! È só preencher o nosso formulário.

 

E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi

jan
08

picture2life_08191_originalTema: Romance/Livro de Banca

Mês: Janeiro/210

Neste mês eu li: 1933 foi um ano ruim

Autor: John Fante

Editora: LP&M Pocket

Nº de páginas: 144

Sinopse: Em 1933 Dominic Molise fez 17 anos. Seu pai, imigrante italiano, pedreiro, quer ensinar ao filho seu ofício. Só que o garoto, às vésperas de se formar no colegial, só pensa numa coisa: vencer no baisebol. Quer ser o maior lançador canhoto de todos os tempos. Em 1933 ele iria embora do Colorado, decolar para a fama. Mas 1933 foi um ano ruim…

O livro é sobre uma história que provavelmente você já leu em muitos outros livros. Só que  à maneira Fante é como se fosse contada pela primeira vez.

Dessa vez, não tem Arturo Bandini, alter-ego de Fante e estrela número um de seus romances, mas tem Dominique Molise. Um jovem de dezessete anos que sonha em ir para Califórnia onde pretende ser um grande jogador de Baseball. Filho de imigrantes italianos, não tem dinheiro. O único recurso valioso que possui é o Braço. Sim, assim mesmo em maiúscula: o Braço, seu trunfo. seu braço esquerdo que, numa sacada genial de Fante, não é somente um membro superior do corpo humano.  Com Jonh Fante nada se resume ao que temos por certo e é assim que, por obra de Fante, o  Braço adquire ares de um personagem com a sua própria motivação.  Divertidíssimos os diálogos que Dominique trava com seu braço esquerdo.

John fante

John Fante

Nem tudo é humor. Apesar da ironia acentuada presente em sua obras, Fante faz um mix certeiro de drama e zombaria.  1933 foi um ano ruim pode ser uma variação de um mesmo tema, ainda assim consegue soar leve, fresco e surpreendente ao explorar temáticas que não se esgotam: abismo entre pais e filhos, amores idealizados, a vida dos imigrantes italianos em solo americano, etc.

São esses os aspectos importantes que contextualizam a vida de Dominique. Ele, assim como muitos jovens saídos da infância, depara-se com a dura realidade das promessas frágeis; as mesmas que dizem haver um lugar social para cada um.  Será mesmo assim? Todo mundo tem o seu pote de ouro no  fim do arco-íris? Se assim for, há que  se desvencilhar da pressão sociais que exigem um acomodar-se ao que existe.  Há que se bancar cada um de seus sonhos ou, se não, continuar a viver como seus pais;   levando uma miserável vida  com um salário de pedreiro, ganhando alguns trocados aqui e ali em mesas de bilhar para amenizar a pobreza familiar.  Futuro pouco promissor, não? São essas algumas das muitas circunstâncias  que, no decorrer da trama, se interrelacionam até que saibamos se Dominique alcançará aquilo que deseja. Eu sei…o título dá pistas…mas, sabe como é, em se tratando de John Fante o esperável pode surpreender.

Eu escolhi esse livro porque desde que li Pergunte ao pó do mesmo autor fiquei encantada com seu estilo único de escrever. Ele me faz pensar que o ato de escrever é natural e fácil  apenas pela forma desprendida com que trama cada detalhe de sua narrativa. Ele me faz rir e chorar ao mesmo tempo. Soube que se trata de uma publicação póstuma e  esse foi outro dado que me motivou a ler o livro. Quanto às questões relativas ao tema do desafio, ler um romance de banca não seria desafiador para mim uma vez que já li tantos do gênero nessa vida. Portanto, como desafio não me bastariam e isso é tudo.

A leitura foi muito divertida. Li-o em um dia. O livro é curtíssimo e muito gostoso de ler. Fato que torna ainda mais visível a competência de Fante em fazer muito com tão pouco. Gostaria de recomendar Fante para todos os leitores, porém não posso fazê-lo sem alertas, porque talvez Fante não seja para todos. Explico: sua obra se enraiza no mundo cão. Fante não se  esquiva de desenhar imagens nada lisonjeiras. Seus heróis são imperfeitos. E porque humanos, cruzam limites éticos e morais.   O legal de ler Fante está em ter a verdade dolorosa dos personagens exposta sem disfarces mais simpáticos.

A nota que eu dou para o livro:  5/5

Curiosidades: A trama se passa em Boulder, uma cidade do Colorado onde John Fante cresceu.  Ah,  eu ainda não disse que 1933 foi um ano ruim é um romance autobiográfico? Então, está dito.

A Boulder  de hoje é uma cidade bonita e caótica ao mesmo tempo. E com muito encanto artístico.  Saca só:

boulder

Terminei Vida Dura da Cláudia Tajes. O meu livro reserva. Já-já tem mais resenha do desafio de janeiro.

Aproveite e leia as resenhas dos demais participantes do desafio literário. È só clicar aqui.

Fui!