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Aqui no Brasil o primeiro livro da série (Diários do vampiro L.J.Smith) chega em setembro pela Editora Galera Record. Leia aqui o primeiro capitulo.
Tá certo. A atmosfera é descontraída e provoca risos. No entanto, fica aquela sensação de que a versão original é bem melhor. Sabe aquela? Com uma Becky inglesa, jovem mas nem tanto e com um figurino bem menos hiperbólico; com um Luke inglês, jovem mas nem tanto e numa realidade “não sou o chefe da Becky”? Convenhamos, NY é uma escolha de ambientação tão óbvia.
Maximegalojas + fashionistas em delírio = NY.
Sei lá, pode ser picuinha de leitor traído mas, o lugar escolhido por Sophie Kinsella me pareceu bem mais charmoso.
Enfim, funcionar na telona, funciona. Mas, a história é outra. Nada a ver com o livro. Há apenas o conceito principal do livro e alguns ganchos de passagens vistas no livro. Au passant.
Se você estiver a fim de se entreter com uma pá de clichês sobre o universo feminino, leia-se, moda, homens e sucesso profissional vistos por uma perspectiva restrita, então tá ok. Nessa perspectiva, a diversão é garantida e efêmera.
Definitivamente, o livro é muito mais sedutor.
E o que posso dizer que não recaia na repetição do adorei? Adorei. Mesmo. È incrível como ao longo do filme e, principalmente, à medida em que fui tomando conhecimento da personalidade de Fanny Price, mais a história assumia para mim contornos biográficos da vida da própria Austen. Lógico que não tudo, porém, alguns pontos-chaves ensejaram em mim esse tipo de pensamento. Mesmo porque o filme é fiel à atmosfera austiana e à sua ironia ao parodiar os costumes sociais da época, principalmente no que diz respeito à crítica ao casamento por interesse.
A olhos vistos pode-se perceber o esmero no trato com a obra original. O figurino, a fotografia são de encher os olhos e avivam a imaginação. E o enredo é apaixonante ao ponto de fazer-nos vibrar com a conduta honrada e corajosa de Fanny Price ao manter-se firme em suas convicções não se rendendo ao vício social da hipocrisia.
Há que se fazer menção das coisas do amor, aliás, uma verdadeira ciranda das paixões é o que se vê. De forma envolvente, mobilizou minha torcida por Fanny e Edmund. Lindas as partes em que os dois contracenam. Fica patente a cumplicidade, o desejo manifesto nos detalhes, o amor inconfesso que só consegue achar vazão no claustro interior das consciências. Belíssimo!
Fanny , com certeza, entra para a minha galeria das heroínas de fibra.
Podem dizer que o filme transcorre em ritmo vagoroso ao extremo e o escambau. Eu me imergi no contexto e, para mim, é o que importa. Muita coisa que se dá a ritmo nervoso e veloz, às vezes também não agrada. Portanto, tomando por base o ritmo não dá para estabelecer padrões de qualidade definitivos.
Então, sente, acomode a tigela de pipoca no colo e relaxe! E Aprecie sem moderação.
E eu, em tantas incertas em salas de cinema e livrarias, ainda perco o ar em doses exageradas de self-service. Como não enjôo disso? Sorry, Can’t live without them.

Em espaço privilegiado no RG, Lição de amor baseado no livro Scusa ma ti amo amore de Federico Moccia. Esse autor foi apresentado recentemente aqui no blog pela Driza: Três metros acima do céu.
*** Momento brechinha, meio de lado, já saindo, indo embora ***
Essa brechinha vai para os leitores de Crepúsculo de Stephenie Meyer. Tenho certeza que vocês irão gostar de Step e Babi também. A história de amor é bela e, ao seu modo, é um fenômeno literário da mesma forma que Twilight.
***Fim do momento brechinha***
Voltando ao Lição de amor, cujo trailer recebeu meus aplausos entusiastas na sessão de O menino do pijama listrado, a estréia é no dia 20/03. Benvenutti!
Nikki (Michela Quattrociocche) tem 18 anos e divide seu tempo entre os estudos no último ano do ensino médio e a ida em festas e clubes, juntamente com os amigos. Alex (Raoul Bova) tem 37 anos e uma carreira de sucesso como publicitário. Abandonado pela mulher que considerava ser seu “eterno amor”, a vida social de Alex agora se restringe aos antigos amigos. Um dia a vida deles se cruzam, quando acidentalmente Nikki bate sua moto no carro de Alex. Fonte: Filmesdecinema.com

O protagonista é tutti!

Um louco apaixonado – O filme conta a história de Sidney (Simon Pegg), um desiludido com o mundo das celebridades, sem nenhuma fama ou glamour que trabalha em uma revista que vive de ironizar e flagrar gente famosa em atos obscenos. Até que de forma inesperada, após um trabalho de grande repercussão, o editor Clayton Harding (Jeff Bridges) enxerga algo familiar na conduta de Sidney e lhe oferece um emprego na grande e importante revista de Nova York, Srarps Magazine.
Com esse novo emprego, Sidney começa a crescer profissionalmente e tornar-se famoso, assim conhece a estrela, e sua musa secreta, Sophie Mães (Megan Fox). Essa nova vida, cheia de celebridades relâmpagos e festas, o coloca em um grande dilema, cair no mundo do glamour ou ficar com seu grande amor, a colega Alison Olsen (Kirsten Dunst).
Fonte: Cinepop
Esse filme é baseado no livro Como fazer inimigos e alienar pessoas. Esse livro fez muito sucesso em meados de 2003 ao contar a experiência real de Toby Young quando trabalhava na revista Vanity Fair. O final do trailer me animou mais. O início estava muito borocoxô. That’s all, como diria Miranda Priestley. Cada um procura o título que merece, talvez seja essa a explicação da troca do título criativo do livro para uma tradução nada inspirada.
Por enquanto tem mais não, folks.


















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