Não é displicência ou relaxamento o que tem me afastado daqui. Que claro fique. A minha casa está em reformas, estamos implementando mudanças na instalação elétrica e por isso, estou sem acesso a net.
(Como não pensei em instalar internet sem fio antes?)
Blogar para mim é algo que só faço no aconchego do meu lar. Meu computador está todo estruturado para isso. Então só me resta esperar…
Aqui estou eu com mais novidades sobre o tema do mês aqui no RG.
O filme Alice de Tim Burton nem estreou por aqui e temos uma avalanche de produtos inspirados na obra de Lewis Carroll.
E como o RG é antenado, traz para vocês o que há em produtos inspirados em Alice e sua companhia. Aproveitem!
Já ouviu falar em Alice no país do cordel: Não?
Pois, olhem só que originais as almofadas, bolsas, broches e camisetas produzidas pelo Coletivo Mambembe. A galera se inspirou na literatura de Cordel e fez uma mistura que resultou em um trabalho super legal. Muita originalidade. E nós gostamos disso, não é mesmo? Vejam que bacana:
Depois de um longo descanso a nossa coluna volta a todo vapor. E haja fôlego. Mas fiquem sabendo que não fiquei à toa não!
Volto e trago comigo uma companheira fofa que irá rechear os posts deste mês aqui no RG: Alice e seu mundo maravilhoso.
Esse conto de fadas que tem encantado gerações há décadas ganhou agora uma versão hiper comentada para o cinema, como já foi anunciado em post anterior por Vivi
No dia 05 de março estreou nos E.U.A a Alice de Tim Burton. E já é recorde de bilheteria por là, viu? Vamos combinar que o cara é bom no que faz. Não que eu já tenha visto o filme, mas Tim é uma das mentes mais criativas do cinema e de quebra ainda é ilustrador nas horas vagas. Deveria compartilhar um pouco dessa mente criativa com a gente, não é não?
Enquanto o filme não estreia em terras tupiniquins, a gente pode ir degustando o que vem por aí no site do filme. Muita informação e diversão para quem curte os personagens engraçados e esquisitos de Lewis Caroll.
Confesso que estou ansiosa para ver a leitura de um dos diretores mais imaginativos do cinema. O que será que nos reserva Alice in Wonderland?
Alice é uma das minhas personagens favoritas. E seu universo maravilhoso tem sido explorado pelo mundo pop há tempos. E agora temos um revival oportuno e justo da obra de Sir. Lewis Caroll.
Entrem. Sintam-se à vontade no mundo de Alice no país do Romance Gracinha!
Esta é para fãs e colecionadores. Só para dar um gostinho. aí vai um vídeo de uma edição pop up book de Alice no País das Maravilhas. Show de bola. Eu quero!
Bolsas e Livros serão o assunto da nossa coluna nesse mês aqui no RG: Modices Literárias In Style By Jane Firifirifane.
Bolsa – substantivo FEMININO que segundo Houaiss significa:
Antonio Houaiss
“recipiente feito de couro, pano, plástico ou metal, com ou sem alça, no formato de saco, sacola ou maleta etc., us. para guardar, portar ou transportar objetos diversos”.
Permita-me Sr. Antonio Houaiss, conhecido como o maior estudioso das palavras da língua portuguesa, informá-lo que se esqueceu de incluir outro material de que pode ser feita a bolsa. Em sua lista, humildemente, proponho acrescentar o LIVRO.
Livro – substantivo MASCULINO assim definido por Houaiss:
“coleção de folhas de papel, impressas ou não, cortadas, dobradas e reunidas em cadernos cujos dorsos são unidos por meio de cola, costura etc., formando um volume que se recobre com capa resistente.”
Capa resistente! Você já imaginou um livro virar bolsa?
Impossivel!?! Está em dúvida?
Digo que não é impossível! Não subestimemos a criatividade humana.
Apaixonados por leitura, artistas inovam e ditam moda.
E viva a arte!
Afinal, quem disse que o livro serve somente para ler e ser guardado em uma estante acumulando poeira?
Vejam o que pode ser feito com livros não usados. E se tiverem belas capas, melhor ainda.
"Alice in Wonderland e Through the Looking Glass", de Lewis Carroll (Alice no país das Maravilhas e através do espelho)
Já ouço a pergunta: o que acontece com as páginas do livro?
O livro ganha uma capa original que combina com a bolsa. O conjunto perfeito, não é mesmo? Um belo presente.
E tem mais: olhem que lindo o modelo inspirado na obra homônima da Jane Austen – ORGULHO E PRECONCEITO
A artista americana que vive em Washington- DC, Caitlin Phillips, leitora compulsiva e amante confessa da literatura transforma livros em arte: lindas bolsas de mãos feitas com capas dos grandes clássicos.
Dá uma olhadinha nesse vídeo:
Calma gracinhas!! Posso imaginar o que vocês estão pensando “Mas como ela tem coragem de cortar os livros?”
A própria artista ressalta que a maioria dos livros transformados em bolsas estavam danificados ou seriam jogados fora. Livros em plenas condições de uso ou valiosos não são utilizados para tal fim. Somente os velhos, os que estão “caindo aos pedaços” ou que são indesejados.
E as páginas dos livros que não são utilizadas vão para o lixo? Não.
Estão todas guardadas no site da artista que diz ficar feliz se as pessoas quiserem, além das bolsas, as páginas dos livros. Ela tem procurado programas de alfabetização para doar as páginas das obras literárias. E os livros com ilustrações interessantes são doados aos artistas que fazem trabalhos com colagem.
R E C I C L A G E M. Esta é a palavra de ordem!
Vejam que lindos os modelos criados por Caitlin:
Razão e Sensibilidade - Jane Austen
Emma- Jane Austen
Outros modelos inspirados em clássicos da literatura:
Robinson Crusoé - Daniel Defoe
As Mulherzinhas - Louisa May Alcott
E então? Disposta a sair exibindo uma bolsa livro exclusiva por aí? Então, mãos a obra!
Para encerrar deixo com vocês um tutorial super bacana com o passo–a-passo para você mesma fazer a sua bolsa exclusivíssima e desfilar o seu modelo. Anime-se, gracinha, e mostre os seus dotes artesanais.
E você, concorda em transformar livros não usados em lindas bolsas? Deixe o seu comentário aqui.
Abreijos,
Jane Firifirifane
PS: Quero aqui registrar os meus agradecimentos a todas que comentaram o post passado. E, em especial, agradecer o comentário da Monique, proprietária da loja Dazzling, cujos produtos ligados a saga Twilight foram anunciados nesta seção.
Livro – substantivo MASCULINOassim definido por Houaiss:
“coleção de folhas de papel, impressas ou não, cortadas, dobradas e reunidas em cadernos cujos dorsos são unidos por meio de cola, costura etc., formando um volume que se recobre com capa resistente.”
Capa resistente! Você já imaginou um livro virar bolsa.
Impossivel!?! Está em dúvida?
Digo que não é impossível” Não subestimemos a criatividade humana.
Apaixonados por leitura, artistas inovam e ditam moda.
E viva a arte!
Afinal, quem disse que o livro serve somente para ler e ser guardado em uma estante acumulando poeira?
Vejam o que pode ser feito com livros não usados. E se tiverem belas capas, melhor ainda. Então, para quê guardá-los na estante acumulando poeira?
Longe da onda das megastores, essa charmosíssima livraria de Paris tem uma atmosfera diferente. Tanto é que quem por ali passa, quer sempre voltar.
Pudera! O ambiente familiar e a hospitalidade é a especialidade da casa. Prova disso é a inscrição pregada em uma de suas paredes:
George Whitman em frente a Shakespeare & Company
Seja hospitaleiro com estranhos. Podem ser anjos disfarçados.
O lema não só é de boca, ou melhor, de letras. As palavras se materializam na prática. O lugar é puro clima de encontro com direito a sopa, pão e chazinho.
Os maiores expoentes da literatura dormiram na casa do lendário proprietário da livraria: George Whitman.
Henry Miller, Anäis Nin e Jack Kerouak, entre outros, partilharam xícaras de chá, panquecas e dedos de prosa com George.
Henry Miller, Anäis Nin e Jack Kerouc ( Da esquerda para a direita)
E muita gente anônima, leia-se: turistas, escritores aspirantes e escritores em crise financeira e/ou existencial desfrutam da experiência de morar nesse santuário.
Detalhe: George Whitman mora em um apartamento localizado em cima da livraria. Sua casa é uma livraria dentro da livraria. Uma chegadinha na casa do cara para conhecer sua biblioteca pessoal, e quem sabe filar uns bolinhos, faz parte do pacote.
Shakespeare & Company não é um encanto utópico?
Não é ficção não, minha gente!
Essas estantes abrigam muitas histórias. Você já ouviu falar em Jeremy Mercer? Ele é o autor do livro UM LIVRO POR DIA: MINHA TEMPORADA PARISIENSE NA SHAKESPEARE AND COMPANY. È vero. Jeremy morou lá. Conviveu com a boemia do lugar em troca de serviços voluntários. Entre as tarefas diárias, ler um livro por dia. E quem escolhia as leituras? George, claro! Isso é o que eu chamo de desafio literário. O resto é ruído de fundo.
Dizem que a história desse livro é emocionante. Pretendo lê-lo em breve.
Well, well…Shakespeare & Company tem histórias que ultrapassariam os limites desse post.
E aí, bibliomaníacos de plantão, caíram rendidos por esse paraíso?
Então, passa lá e lê!
A Lia fez um excelente post sobre a Shakespeare & Company. Vale a pena conferir!
Fala Gracinha!