Archive for the Category »Brincadeiras RG «

fev
01

Ficha de Leitura

Tema: Livros de banca

Mês: Janeiro


Um pouco sobre o mim

Eu sou o (a): Rê Lima

Moro em (Cidade/Estado – UF): Brasília/DF

Na net, você me encontra (Blog ou Site):

http://incubadoraliteraria.blogspot.com/

http://romancegracinha.com/


Neste mês, eu li:

picture2life_00000_originalTítulo: A PRINCESA RAPTADA

Nº de páginas: 285p

O livro é sobre…Príncipes e princesas. A sinopse introdutiva que consta na contracapa do livro resume da seguinte forma a história: “Era uma vez uma princesa, que despareceu sem deixar rastros….até o dia em que um príncipe a encontrou e a trouxe de volta”

Histórias de príncipes e princesas sempre iniciam com o Era uma vez…

Não poderia ser diferente ou poderia?

Confesso que apenas a chamada introdutória do livro não me fez comprar a idéia da história. Pensei: “ Mais  uma história de príncipes e princesas”. Resolvi ler o restante da sinopse. Agradou-me um pouco mais, mas não me dei por convencida. Resolvi pagar para ver.

Então aceitei o convite e me imergir na Escócia de 1810. Ali, conheci Sorcha, herdeira do trono de Beaumontagne que para fugir da revolução em seu país fora mandada para um convento escocês. Em companhia das freiras seguia com sua vida tranquilamente. Longe de todos os pecados da carne (será?) até que em seu caminho surge um pescador esquisito que logo se encanta por ela. Na verdade, o tal pescador é o príncipe Rainger.  O jovem príncipe é incumbido de protegê-la e levá-la de volta, em segurança,  para Beumontagne. O príncipe também sonha reconquistar o seu país e governar junto com a amada. Mas, até lá, esses dois irão se envolver em aventuras, confusões, brigas, beijos, abraços, amassos, beijos, brigas e muito mais. Já deu para imaginar, não?

Pois é,  minhas caras e meus caros, essa é a história contada em uma versão fast food. Se quiserem experimentá-la com mais, digamos sabor,  terão de ler o livro.

Eu escolhi este livro porque…

Em primeiro lugar foi indicado por minha mana Vivi. E em segundo, por ter ido com a “cara” do livro, pura e simplesmente!

Divertida e prazerosa. Confesso que tempos atrás, já fui fã da literatura chamada “mulherzinha”, mas há muito não lia os livros por considerar as histórias sempre iguais.

Neste romance, em particular, a autora tempera a  história com tiradas engraçadas que dão um toque especial à trama.  Ela tem um bom tempo de humor e sabe utilizá-lo nos momentos certos. Obviamente, existe toda a dramaticidade presente em romances desse gênero. Mas, a história se desenrola e não é arrastada. Os personagens, apesar de caricatos, são sedutores. Temos a jovem inocente que desconhece os mistérios da arte do amor até encontrar em seu caminho o jovem e “bem dotado” príncipe de sua vida.

Como em todo romance, o casal de pombinhos  terá de enfrentar todos os obstáculos até se entregarem por definitivo um ao outro. Até o tão sonhado happy end irão se envolver em muitas aventuras.  Garantia de diversão despretensiosa com certeza.

Alguns trechos do livros  com as pérolas da personagem Sorcha e em seu momento de “descoberta”:

“ O seu…negócio é fora do comum de grande?”

“E gaita de fole me parece muito coloquial”

“Eu bem que gostaria de ver o elenco reunido”.

É isso aí, eis algumas tiradas da princesinha. Poderia soar brega, mas a forma como a história é contada, com muito humor, suaviza o apelo sexual contido nos diálogos. É obvio que existem os tais momentos “picantes”, mas eles ficam em segundo plano.

Eu diria que o destaque fica para os diálogos perspicazes e engraçados.

Com base em minhas impressões, a minha nota para o livro é 5/5

jan
24

picture2life_00000_original

Tema: Romance/Livro de Banca

Mês: Janeiro/210

Neste mês eu li: Vida dura

Autora: Claudia Tajes

Editora: LP&M Pocket

Nº de páginas: 168

Sinopse: A vida de Leonel de Moura Brizola Coelho não é nada fácil. Além de suportar as brincadeiras por conta de seu nome, a ele faltam dinheiro, amor, conforto e trabalho. Não necessariamente nessa ordem. Pulando de biscate em biscate para sobreviver na periferia de Porto Alegre, ele tenta desesperadamente inventar novas formas de ganhar alguma grana. Até que ele se depara com uma reportagem de jornal que vai transformar a sua vida numa gozação só – e não no sentido figurado. Com o estilo irreverente que a consagrou como uma das mais interessantes vozes da novíssima ficção brasileira, Claudia Tajes tece essa bem-humorada e inusitada narrativa, que gira em torno de se ganhar dinheiro doando sêmen, concretizar as próprias fantasias, ser feliz e outras improbabilidades da vida.

O livro é sobre uma história nonsense. Inusitada mesmo. Não dá para contar os detalhes sob pena de cortar o barato da leitura. Portanto, sem ultrapassar as linhas gerais contidas na sinopse, seguem algumas observações nada ordenadas acerca do que li.

Metaforicamente falando, Vida dura, o título, refere-se ao endurecimento do órgão genital masculino. Isso mesmo que você leu, caro leitor. Estou falando do pênis. E no caso do livro em questão, a ferramenta de trabalho de Leonel, um obstinado doador de sêmen. Por força do ofício, sua ferramenta deve estar sempre alerta (positivo e operante!) sempre quando requeridos os seus préstimos. Como seria com qualquer doador de sêmen que leva tão ferreamente o seu ofício, circunstâncias inusitadas não se furtam a acontecer. Eis a síntese da  nada mole vida de Leonel Brizola.

Assim como Dominique Molise de Fante, Leonel Brizola, apesar da condição sui generis de seu sustento, é um sujeito comum desempenhando seu papel de inventor de utopias. Um perdido em sonhos de glórias! È de uma estranheza ver como realmente ele leva a sério a fantasia de uma prodigiosa carreira como doador de sêmen! Mas…para o bem ou para o mal, esse é o Leonel com todos os vícios e virtudes de sua fértil imaginação.

E  assim Claudia Tajes faz troça desse pobre sonhador! E ao explorar o tom jocoso, Claudia nos fornece um elo emocional que nos liga à visão de mundo de Leonel.

Abro um parêntesis para citar as palavras Dostoiévski escritas em “Escritos ocasionais”. De certo modo tais palavras alcançam correspondência com o  micro-mundo particular de Leonel:

dostoievski

Dostoievski

E vocês sabem o que é um sonhador, cavalheiros? É um pecado personificado, uma tragédia misteriosa, escura e selvagem, com todos os seus horrores frenéticos, catástrofes, devaneios e fins infelizes… um sonhador é sempre um tipo difícil de pessoa porque ele é enormemente imprevisível: umas vezes muito alegre, às vezes muito triste, às vezes rude, noutras muito compreensivo e enternecedor, num momento um egoísta e noutro capaz dos mais honoráveis sentimentos… não é uma vida assim uma tragédia? Não é isto um pecado, um horror? Não é uma caricatura? E não somos todos mais ou menos sonhadores?

 

Essa citação encaixou-se bem à imagem mental que fiz da trama como um todo. Leonel é deformação grotesca do sonhador que exagera no sonhar. Uma caricatura vivendo ao sabor do vento.

No final das contas, o que se lê é o humor combinado a uma boa dose melancolia. Um humor que não me fez rir de doer, é vero.  De fato os acontecimentos narrados suscitaram-me piedade.  Não que seja essa uma característica desabonadora da obra. Não é bem assim. O texto de Tajes é amigo da realidade sem peneiras, não há odes à nobreza e à pureza de atitudes. Alegríssimo off.  Ao invés da densidade dramática, a autora opta pela comicidade presente em uma vida “desinspirada” onde o risível é de um gênero triste. Esse contraste adequa-se a trama perfeitamente. Vale a pena ler.

Escolhi o livro porque tendo lido Dez quase amores e a Vida sexual da mulher feia, gostei do estilo da Claudia Tajes e quis conhecer mais de suas obras.

A leitura do livro foi perturbadora. De uma qualidade que nos faz pensar. Aliás, essa é uma característica forte na escrita de Tajes. Não deu outra: senti-me desconfortável em acompanhar o hedonismo solitário e utilitário de Leonel.  Foi meio claustrofóbico assisti-lo encerrado em seu quarto, na cabine de doação de sêmen masturbando-se, preso ao seu mundinho sem perspectiva, numa imersão tóxica de escapismo. Considero uma leitura enriquecedora por trazer à baila a questão do estigma que marca aqueles que vivem como podem.

Antes de dar minha nota, uma explicação: percebi que alguns participantes do desafio não estão se sentindo confortáveis em avaliar a obra lida com base em menções. Considero justíssimo. Aliás, uma fala em especial me fez repensar esse lance de notas. O objetivo nunca foi o de depreciar os autores e seus escritos. Como leitora consciente que sou, respeito o trabalho de nossos escritores e sei o quanto é árduo o trabalho de composição literária. E por isso esclareço: de minha parte, a avaliação serve como uma classificação pessoal e emocional sem maiores pretensões analíticas mesmo porque não tenho cacife para tanto. Portanto, sendo fiel a esse meu pensamento, aboli a categorização dos livros como sendo bons ou ruins. Em seu lugar, surge uma nova categorização de um jeitinho só meu, claro, e por isso, inteligível apenas para mim. Assim sinto-me confortável para acompanhar o percurso de minhas leituras da forma emocional, sensorial e a flor da pele como sempre fiz.

Nota ao meu gosto*:4/5

*De 1 a 5, com gradação crescente do que menos gostei para o que mais gostei. That’s all…

jan
08

picture2life_08191_originalTema: Romance/Livro de Banca

Mês: Janeiro/210

Neste mês eu li: 1933 foi um ano ruim

Autor: John Fante

Editora: LP&M Pocket

Nº de páginas: 144

Sinopse: Em 1933 Dominic Molise fez 17 anos. Seu pai, imigrante italiano, pedreiro, quer ensinar ao filho seu ofício. Só que o garoto, às vésperas de se formar no colegial, só pensa numa coisa: vencer no baisebol. Quer ser o maior lançador canhoto de todos os tempos. Em 1933 ele iria embora do Colorado, decolar para a fama. Mas 1933 foi um ano ruim…

O livro é sobre uma história que provavelmente você já leu em muitos outros livros. Só que  à maneira Fante é como se fosse contada pela primeira vez.

Dessa vez, não tem Arturo Bandini, alter-ego de Fante e estrela número um de seus romances, mas tem Dominique Molise. Um jovem de dezessete anos que sonha em ir para Califórnia onde pretende ser um grande jogador de Baseball. Filho de imigrantes italianos, não tem dinheiro. O único recurso valioso que possui é o Braço. Sim, assim mesmo em maiúscula: o Braço, seu trunfo. seu braço esquerdo que, numa sacada genial de Fante, não é somente um membro superior do corpo humano.  Com Jonh Fante nada se resume ao que temos por certo e é assim que, por obra de Fante, o  Braço adquire ares de um personagem com a sua própria motivação.  Divertidíssimos os diálogos que Dominique trava com seu braço esquerdo.

John fante

John Fante

Nem tudo é humor. Apesar da ironia acentuada presente em sua obras, Fante faz um mix certeiro de drama e zombaria.  1933 foi um ano ruim pode ser uma variação de um mesmo tema, ainda assim consegue soar leve, fresco e surpreendente ao explorar temáticas que não se esgotam: abismo entre pais e filhos, amores idealizados, a vida dos imigrantes italianos em solo americano, etc.

São esses os aspectos importantes que contextualizam a vida de Dominique. Ele, assim como muitos jovens saídos da infância, depara-se com a dura realidade das promessas frágeis; as mesmas que dizem haver um lugar social para cada um.  Será mesmo assim? Todo mundo tem o seu pote de ouro no  fim do arco-íris? Se assim for, há que  se desvencilhar da pressão sociais que exigem um acomodar-se ao que existe.  Há que se bancar cada um de seus sonhos ou, se não, continuar a viver como seus pais;   levando uma miserável vida  com um salário de pedreiro, ganhando alguns trocados aqui e ali em mesas de bilhar para amenizar a pobreza familiar.  Futuro pouco promissor, não? São essas algumas das muitas circunstâncias  que, no decorrer da trama, se interrelacionam até que saibamos se Dominique alcançará aquilo que deseja. Eu sei…o título dá pistas…mas, sabe como é, em se tratando de John Fante o esperável pode surpreender.

Eu escolhi esse livro porque desde que li Pergunte ao pó do mesmo autor fiquei encantada com seu estilo único de escrever. Ele me faz pensar que o ato de escrever é natural e fácil  apenas pela forma desprendida com que trama cada detalhe de sua narrativa. Ele me faz rir e chorar ao mesmo tempo. Soube que se trata de uma publicação póstuma e  esse foi outro dado que me motivou a ler o livro. Quanto às questões relativas ao tema do desafio, ler um romance de banca não seria desafiador para mim uma vez que já li tantos do gênero nessa vida. Portanto, como desafio não me bastariam e isso é tudo.

A leitura foi muito divertida. Li-o em um dia. O livro é curtíssimo e muito gostoso de ler. Fato que torna ainda mais visível a competência de Fante em fazer muito com tão pouco. Gostaria de recomendar Fante para todos os leitores, porém não posso fazê-lo sem alertas, porque talvez Fante não seja para todos. Explico: sua obra se enraiza no mundo cão. Fante não se  esquiva de desenhar imagens nada lisonjeiras. Seus heróis são imperfeitos. E porque humanos, cruzam limites éticos e morais.   O legal de ler Fante está em ter a verdade dolorosa dos personagens exposta sem disfarces mais simpáticos.

A nota que eu dou para o livro:  5/5

Curiosidades: A trama se passa em Boulder, uma cidade do Colorado onde John Fante cresceu.  Ah,  eu ainda não disse que 1933 foi um ano ruim é um romance autobiográfico? Então, está dito.

A Boulder  de hoje é uma cidade bonita e caótica ao mesmo tempo. E com muito encanto artístico.  Saca só:

boulder

Terminei Vida Dura da Cláudia Tajes. O meu livro reserva. Já-já tem mais resenha do desafio de janeiro.

Aproveite e leia as resenhas dos demais participantes do desafio literário. È só clicar aqui.

Fui!




dez
26

Button Desafio literárioSorry galera! Estou atrasada na postagem da lista, mas eu mesma me dei um desconto! Muito coisa para organizar, orientações aqui e acolá…e no meio da trabalheira toda, a lista só saiu agora. Além disso, uma canseira física e mental foi o gancho para que problemas de saúde tomassem conta de mim. Agora estou melhor e já tomando pé da situação e achando o fio da meada. Para quem ainda precisa do meu auxílio, aguarde que entrarei em contato, ok?

Ufa! Completar a lista já foi um desafio por si só. Mas, a caçada literária foi das boas! Lógico que a indecisão protagonizou todo o processo de seleção, mas como boa conhecedora de mim mesma, me programei para desgrilar.

Sendo assim, abram alas para o meu senso de realização passar!  Claro está que plenamente realizada estarei apenas no fim de 2010 quando, assim espero, fecharei o desafio com chave de ouro.

Cá entre nós, estou passada com a minha compulsão em comprar e estocar livros! Não tinha a menor ideia do monstro de pilha que estou alimentando. Tipo: minha coleção de não lidos dá vários desafios.

Bem, a julgar pelo meu hábito impulsivo de comprar livros e encostá-los na estante (e até onde não cabe), o grito da vez não poderia ser outro: Planejamento de leitura já!

Sendo assim não dava para ser de outro jeito: a minha lista é o resumo do resumo da pilha que construí ao longo dos anos. Escalá-la será o esporte radical que praticarei em 2010. Ah, para constar, vou juntar livros oficiais e reservas num só somando 24 livros para o desafio.

Então vamos à escalação do meu time literário dos sonhos:

Janeiro – Romance/livro de banca:

Primeiríssimo da fila: 1933 foi um ano ruim de John fante

Começar o ano com Fante é uma boa. Amo o cinismo sempre presente em sua escrita. Sem falar que esse livro está há um tempão (uns dois anos e lá vai…) na pilha. Lembro que o comprei por imaginar pitadas de educação sentimental contidas em suas páginas. Gosto do estilo!

Na sequência: Vida Dura de Claudia Tajes

A recomendação de Fabrício Carpinejar na contracapa dispensa explicações. Cá entre nós, espero que meu ano não se baseie nos títulos dos livros que escolhi para Janeiro. 8-O :-P

Fevereiro – Conto de fadas revisitado

Primeiríssimo da fila: Lanark: uma vida em quatro livros de Alasdair Gray

Gente, quando me deparei com esse livro na pilha (uma contribuição da minha irmã), eu não pensei duas vezes em escalá-lo para o desafio. Primeiro porque é um senhor desafio encarar esse tijolão com mais de 600 páginas. Segundo porque se trata de um épico que cunhou Alasdair Gray como um dos maiores escritores da Escócia. (Eu já disse que amo tudo que se relaciona a Escócia?) À primeira vista me parece se tratar de algo bem diferente do que estou habituada a ler. Como novidade é uma das palavras de ordem do desafio ao qual me propus, eis a razão da minha primeira escolha para fevereiro.

Na sequência:  Paixão Índia de Javier Moro

Pela sinopse deu para ver que é a típica história de um amor de conto de fadas. Só que, dessa vez transposta para a vida real.

Março – Clássicos da literatura universal

Primeiríssimo da filaAna Karênina de Tolstói

Sempre quis ler esse livro pela instigante citação inicial: “Minha é a vingança é a recompensa”. Dramático!

Na sequência: O falecido Mattia Pascal de Pirandello

Esse é um autor que as pessoas nunca se cansam de me recomendar. E esse livro é bem conhecido pelo seu genial início.

Abril – Escritores Latino-americanos

Primeiríssimo da fila: Como àgua para chocolate – Laura Esquível

Sempre achei esse título lindo! Tomara que o livro lhe faça jus.

Na sequência: Paula de Isabel Allende

Hmmm…sei que vou chorar!

Maio – Chick-lit

Primeiríssimo da fila: A irmã de Becky Bloom de Sophie Kinsella

Na sequênciaO chá de bebê de Becky Bloom

Abandonei a série porque me faltavam os seus dois últimos livros em minha estante.  Minha irmã os comprou por uma pechincha.

Junho – Uma escritora brasileira

Primeiríssimo da fila: Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres – Clarice Lispector

Estou com uma pancada de livros da minha diva da escrita para ler.

Na sequênciaA comédia dos anjos de Adriana Falcão

Li um texto da autora no Releituras e gostei muito. Ela parece ter um estilo próprio. Quero conferir de perto.

Julho – Um livro adaptado para o cinema

Primeiríssimo da filaBom dia tristeza de Françoise Sagan

A sinopse é muito instigante e rendeu um filme com a Débora Kerr. Ganhei esse livro da minha amiga Medéia. Obrigada, querida! :-)

Na sequência: O outro de Bernhard Schlink

O filme baseado no livro chama-se O amante que tem um elenco de peso (Laura Linney, Liam Neeson e Antonio Banderas).  Desde quando li O leitor, fiquei apaixonada pela escrita do autor. Porei essa paixão à prova novamente.

Agosto – Romance Policial

O primeiríssimo da fila: O macaco de pedra de Jeffery Deaver

Um dos autores de gênero que figura entre os meus favoritos.

Na sequência: Onde andará Dulce Veiga de Caio Fernando Abreu

Um autor sempre bem recomendado! Quero conhecê-lo.

Setembro – Romance Histórico

Primeiríssimo da fila: Ramsés: O filho da luz de Christian Jacq

Na sequência: A montanha e o rio de Da Chen

Fuçando a estante me deparei com esses dois livros a espera. Babies, sua hora chegou!

Outubro – Lição de vida

Primeiríssimo da fila: Comer, rezar, amar de Elizabeth Gilbert

Aceitei a sugestão efusiva de minha amiga Gis. Obrigada,amore!

Na sequência: Persépolis de Marjani Satapri

Será uma Mafalda árabe? Amo quadrinhos e sei que a história é uma riqueza de vida.

Novembro – Escritor de Portugal

Primeiríssimo da fila: Equador de Miguel Souza Tavares

De tanto ouvir coisas boas sobre o autor e o livro em questão, eu decidi incluí-lo na minha lista.

Na sequência: Adeus, princesa de Maria Clara Pinto Correia

Pesquisando o tema, descobri que é considerado um dos melhores livros da literatura portuguesa atual. Vamos ver se passa no meu padrão de qualidade. ;-)

Dezembro – Coração

Primeiríssimo da fila: Coração de pedra de Charlie Fletcher

Para terminar o ano com fantasia.

Na sequência: Perto do coração selvagem de Clarice Lispector

Para terminar o ano com classe.

That’s all, folks!

dez
09

Em virtude das muitas soliButton Desafio literáriocitações que recebi de pessoas desejosas de participar do desafio literário, o período de inscrição se estenderá até o dia 12/12/09. Quem tiver o interesse, ainda tá em tempo!

Maiores informações: vide o post de apresentação do Desafio Literário 2010.