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	<title>Romance Gracinha &#187; Brincadeiras RG</title>
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	<description>Porque é tão bom morrer de amor e continuar vivendo...</description>
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<title>Romance Gracinha</title>
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		<title>Centúrias &#8211; Bruna Longobucco &#8211; Desafio literário Abril de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 19:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Romance Contemporâneo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: Escritores Latino-americanos Mês: Abril/210 Título: Centúrias Autor do livro: Bruna Longobucco Editora: Novo Século Nº de páginas: 215 O livro é sobre&#8230; Nas palavras de Bruna Longobucco: Em “Centúrias”, meu novo romance, vocês vão conhecer a história de Aylá Levale e Igor Telfort, adolescentes de famílias rivais que descobrem ser descendentes de duas ordens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-863" title="Centúrias" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/04/Centúrias.JPG" alt="Centúrias" width="207" height="328" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tema: </strong>Escritores Latino-americanos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mês: </strong>Abril/210<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título: </strong>Centúrias</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor do livro: </strong>Bruna Longobucco</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Editora: </strong>Novo Século<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nº de páginas: 215<br />
 </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O livro é sobre&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Nas palavras de Bruna Longobucco</em></strong>: Em “Centúrias”, meu novo romance, vocês vão conhecer a história de Aylá Levale e Igor Telfort, adolescentes de famílias rivais que descobrem ser descendentes de duas ordens milenares de bruxaria: as Centurianas e os Dargais. O enredo constrói uma fantasia repleta de aventuras, divertida e envolvente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Nas minhas palavras</em></strong>: Em Centúrias, romance de Bruna Longobucco, conheci Aylá e Igor. Dois jovens as voltas com os conflitos típicos da puberdade e&#8230;peraí! Volta a fita! Aylá e Igor não são o que poderíamos classificar como gêneros típicos do que entendemos por adolescentes normais. Tudo bem que surfar a onda juvenil dos conflitos existenciais, da necessidade tamanha da auto-afirmação não seja coisa fácil para ninguém. E ambos, para não destoar da cartilha básica da juventude, padecem do mesmo mal. Até aí tudo bem! Agora: imagine-se se descobrindo um adolescente portador de poderes especiais?  Fácil? Então, segura essa! Como se isso não bastasse, acrescente ao pacote a encarnação de sentimentos intensos de dois personagens literários tão conhecidos nossos como Romeu e Julieta. Hmmm&#8230;o que lhe parece?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu digo: Eles foram talhados para serem os heróis dessa linda história.</p>
<p style="text-align: justify;">Amar a quem se deve odiar&#8230;e não é que A&amp;I foram premiados nessa loteria literária do amor? Afinal, Romeus e Julietas não brotam do chão, não é mesmo? Definitivamente não é coisa para comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas sendo o amor de uma grandeza afetiva das mais nobres ou, como queira, das mais resistentes, ainda que o mal sobrevenha, no fim das contas, ele vencerá. Quem há de ficar indiferente ao amor?</p>
<blockquote><p style="text-align: center;">“Tal como a sombra, o amor corre de quem o segue: foge, se o perseguis; se fugis, vos persegue”. (Shakespeare)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A história de amor dos dois protagonistas não é azuzinha. O cenário da paixão é pintado com cores mais complexas. Uma hora tá tudo bem para A&amp;I, em outra (cúmulo da inscontância!), se perdem um do outro por conta de &#8220;bobagens&#8221; como ciúmes (Está aí a prova de que até os seres mágicos sofrem com sentimentos mortais. Atire a primeira pedra quem nunca teve uma crise de ciúmes? Só que no caso deles, o poder diminui com a fraqueza. Quem lê a história, percebe quão enfraquecidos ficavam Aylá e Igor quando divididos. O sofrimento de ambos é tangível) .</p>
<p style="text-align: justify;">Como que em um desencontro marcado, eles se conhecem, provocam um ao outro até se renderem. E a rendição é de um calor humano, cof,cof&#8230;calor sobrehumano sem precedentes. Bem ao estilo chamem os bombeiros porque a sala tá pegando fogo, capiche?</p>
<p style="text-align: justify;">Os momentos divertidos ficam a cargo de Aylá.  Ela descobriu seus poderes sobrenaturais ontem e ainda não domina o seu arsenal de ferramentas encantatórias. Até que ela as domine, o humor está garantido para nós. Afinal, como não se divertir com as trapalhadas mágicas nas quais ela se mete?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o livro é muito mais que entreveros de amor. O livro nos fala da força do sangue, do amor familiar, da superação dos medos e limitações por intermédio do autoconhecimento. E o bacana é que Bruna nos leva para fora do mundo fantástico ao possibilitar uma associação íntima com o mundo real. È como se na narrativa ocorresse um duelo entre o real e o irreal. O cotidiano e o fantástico. Isso fica muito claro quando a narrativa sai da terceira pessoa e surge diante de nós uma Aylá no confessionário da sua imaginação. È lá que ela revela seus segredos mais íntimos, suas dores, angústias e felicidades. Por exemplo, enquanto se preocupa com a instabilidade afetiva da mãe as voltas com mais um namorado, Aylá tem que combater o mal com ajuda de seres inusitados como uma coruja e dois gatos falantes. Por mais absurdo que possa parecer, é ali no universo particular de Aylá que o comum e o sobrecomum se fundem. E assim, nesse embalo flutuante, até o the end, nos aproximamos, em camaradagem, da ilustre protagonista de Centúrias.</p>
<p style="text-align: justify;">As Bellas que se cuidem!</p>
<p>Para saber mais: <a href="http://romancecenturias.blogspot.com/" target="_blank">http://romancecenturias.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu escolhi este livro porque&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi o que a providência  me destinou para ler esse mês. Eu que vivo aqui falando de planejamento literário,e blá,blá, blá&#8230;acabei sem encontrar os livros que havia selecionado para o desafio. Agradeço a Bruna por ter tornado possível a minha participação no desafio do mês. Estava desesperada! Eis que surge Bruna e seu mais novo lançamento. Momento curiosidade: O livro chegou aqui em casa no dia do meu niver! Hip, Hip, Hurra!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A leitura foi </strong>divertida. Muito gostosa. Bruna Longobucco demonstra uma perícia de poucos ao tecer uma narrativa tão rítmica que em um movimento contínuo e dinâmico  (abracadabra!) torna nosso mundo mais fantástico.  Além do que dá gosto conhecer personagens amantes dos livros como Aylá e Igor. Gente, eles se conhecem em uma biblioteca! Não é um charme um amor  que nasce entrelivros?  Não vou falar mais nada porque a graça sempre está em ler o  livro. Vale a pena!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-864" title="Button Desafio literário" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/04/Button-Desafio-literário.jpg" alt="Button Desafio literário" width="105" height="60" /></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">È <strong> 5/5!</strong></p>
 RGbyvivi]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ana Karênina de Tolstói &#8211; Desafio Literário 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Romance Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: Clássicos da Literatura Universal Mês: Março/210 Título: Ana Karênina Autor do livro: Tolstói Editora: Nova Cultural Nº de páginas: 654 Uma das melhores obras de Tolstói, o romance Ana Karênina narra a história do amor difícil e controvertido vivido pela protagonista Ana na Rússia czarista. Ela é uma mulher casada que vai atrás de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-818" title="picture2life_00000_original(3)" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/03/picture2life_00000_original3.jpg" alt="picture2life_00000_original(3)" width="242" height="242" />Tema: </strong>Clássicos da Literatura Universal</p>
<p><strong>Mês: </strong>Março/210<strong> </strong></p>
<p><strong>Título:</strong> Ana Karênina</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Autor do livro: </strong>Tolstói</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Editora: </strong>Nova Cultural<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nº de páginas: 654</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Uma das melhores obras de Tolstói, o romance <strong>Ana Karênina</strong> narra a história do amor difícil e controvertido vivido pela protagonista Ana na Rússia czarista. Ela é uma mulher casada que vai atrás de seu amante Vronski mas, arrebatada por uma paixão proibida, resvala cada vez mais para um abismo de mentiras e destruição. Tolstói questiona o significado da vida e da justiça social tendo como pano de fundo as crises familiares. É o maior romance do adultério na literatura universal.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O livro, como comumente é conhecido, nos fala sobre uma história de adultério. No entanto, percebi que a trama aborda outros temas complexos. À primeira vista, a graça da narrativa é a  de não se restringir a uma trama só. Engenhosamente vemos descortinar três histórias com visões concorrentes sobre o amor e o casamento. Para quem assim como eu pensou que o cerne do romance é a Ana Karênina, o livro de fato se revela uma surpresa. Outros personagens têm igual ou mais destaque do que ela. Mas vamos ao que interessa: a três histórias que mencionei acima. A primeira delas retrata a vida de casados de Stiva e Dolly Oblonsky.  Um casamento de conveniência, sem amor e sete filhos. Por mais terrível que possa parecer, esse casal é o refresco do livro uma vez que a tentativa de ambos em  manter o casamento de pé tem o seu quê cômico. Ah, Kostantin e Kitty Levin! Esse casal me encantou com aquele começo de namoro(?) muiiiiito estranho e doce ao mesmo tempo. A passagem em que os dois fazem uma declaração de amor mútuo é uma das passagens mais fascinantes que já li.  A minha admiração por ambos os personagens é também devida à capacidade que possuem de transcender os papéis sociais de gênero em uma sociedade eminentemente patriarcal. Por fim, temos a relação babado forte dos Karenins. Casada com um marido presencial e emocionalmente distante, Anna vive uma vida resignada até conhecer Vronski por quem se apaixona. Assumidamente adúltera, Ana paga dura e sofridamente por não negar sua paixão. E nisso se revela o padrão duplo com que as ações femininas e masculinas são julgadas. À Ana resta-lhe amargar uma reputação denegrida enquanto Vronski continua bem aceito nos mesmos círculos sociais. Para além disso, o sentido da história é bem profundo tornando-se apaixonante acompanhar a trajetória dos personagens em busca da felicidade e do sentido da vida.</p>
<p><strong>Eu escolhi este livro porque&#8230;</strong></p>
<p>Amo a literatura russa. Pronto, falei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A leitura foi </strong>maravilhosa. Esse livro nos abstrai da realidade sendo impossível sair incólume de sua leitura. Certamente uma obra inesquecível. Como me esquecerei de Levin? Um dos personagens mais nobres e dignos que já conheci?  Da obra em si, só vejo ganhos em lê-la. E essa é a parte em que ressalto que gostei  do livro não porque seja um clássico.  Gostei porque gostei.  Gosto de livros que me comunicam de alguma forma independente de sua classificação, seja clássico ou contemporâneo.  E nesse caso, Tolstói me conquistou ao  tratar de assuntos tão profundos utilizando-se de uma linguagem tão gostosa e fácil de modo que não senti o tempo passar. Mas é preciso ter em mente que para além do entretenimento o livro aborda ricas temáticas de cunho social.  A implicação disso se traduz  naquelas partes em que os discursos são longos,  descritivos e filósoficos.  Para quem gosta,  a leitura é um prato cheio e saboroso. Ao fim do livro, uma inquietação permanece acerca do amor romântico, o amor inventado. Como adoramos um amor inventado, exagerado, cheio de drama e paixão, não é?  Assim cantava Cazuza. Mas Tolstói cutuca: Pode-se tudo por amor? E o amor, o que é? Turbulência ou calmaria?  Diga aí, meu irmão!</p>
<p>È <strong> 5/5!</strong></p>
 RGbyvivi]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brincadeira Literária &#8211; O(s) primeiro(s) livros da minha vida</title>
		<link>http://romancegracinha.com/2010/03/brincadeira-literaria-os-primeiros-livros-da-minha-vida/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 00:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brincadeiras RG]]></category>

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		<description><![CDATA[Costumo pensar que ao nascer, verti meu choro de lamento não em razão das palmadinhas em meu bumbum enrugado. Devo ter chorado, inconscientemente, ao divisar o tempo que levaria até que eu começasse a decifrar o mundo. È fato. Não consigo visualizar minha história sem que os livros não tenham feito parte como protagonistas ilustres. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://lerdormircomer.blogspot.com/2010/03/lista-de-resenhas-da-brincadeira.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-803" title="brincliteraria" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/03/brincliteraria2.jpg" alt="brincliteraria" /><br />
 </a>Costumo pensar que ao nascer, verti meu choro de lamento não em razão das palmadinhas em meu bumbum enrugado. Devo ter chorado, inconscientemente, ao divisar o tempo que levaria até que eu começasse a decifrar o mundo.</div>
<p>È fato. Não consigo visualizar minha história sem que os livros não tenham feito parte como protagonistas ilustres. Impossível separar-nos em compartimentos estanques. Se pensar bem, ele (o livro) preparou a minha chegada a esse mundo. Quando meus pais buscavam pelo meu sustento espiritual nas páginas do <strong><span style="color:#000000;">Livro Sagrado &#8211; A Bíblia</span></strong> -; quando minha mãe consultava no <strong><span style="color:#000000;">A vida do bebê</span></strong> informações que a ajudaria a encher-me de cuidados nos estágios do desenvolvimento infantil pelos quais eu passaria.</p>
<p>Mal podia imaginar que ao me concentrar diligente nas letrinhas &#8211; a asinha da abelhinha da letra &#8220;a&#8221; e a barriginha proeminente do &#8220;b&#8221; etc. &#8211; que minha mãe me apresentou por intermédio da cartilha <strong><span style="color:#000000;">Caminho Suave</span></strong>, eu aprenderia a ler o mundo. Lembro-me agradecida dessa época de descoberta. Pois, o aprendizado das letras e o uso combinado delas para formar um todo coerente descortinou para mim um mundo mágico, cheio de cores e fonte de sabedoria a jorrar sem fim.</p>
<p>Meus livros contam muitas partes boas de minha história. E resgatá-los à memória é como desvendar uma parte essencial de mim mesma. Agradeço a Náh por propiciar esse momento &#8220;Saudade não tem idade&#8221;..  Ademais minha coleção literária  tornou-se  uma narrativa fecunda que nada mais é do que um tomo de minha existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Resgatando a saga dos livros que li vem-me à lembrança meus primeiros livros infantis. Foram tantos e todos especiais. Mesmo não tendo crivo crítico para discernir se um livro era bom ou ruim, eu tinha lá meus critérios para elegê-los os melhores. Para muitos deles, bastavam-me as letras ornadas com figuras: suas molduras.</p>
<div style="text-align: justify;">Eles vinham quase sempre no dia do natal. Sempre os embrulhos menores. E claro, minha atenção fixava-se nos embrulhinhos. Em expectativa, assim eu ficava para ouvir o sinal que indicaria o momento em que eles se dariam a conhecer. O sinal vinha expresso na ordem de “pode abrir!” de meus pais. Quando os abria&#8230; nossa! quanta felicidade materializada em leituras e releituras.</div>
<div style="text-align: justify;">O primeiro deles foi uma mini-versão de <strong>A Pequena Sereiazinha</strong>. Pequenino com uma capa de cor roxa estampando a sereiazinha e seu amado príncipe. A comprovação física de sua existência já não tenho mais. Não sei mais onde ele reside. Será que ainda existe? Só sei que  o livrinho paira incorpóreo em minhas lembranças da infância.</div>
<div style="text-align: justify;">******</div>
<p>Não satisfeita com os livros que ganhei, bolinava os dos meus irmãos: <strong>A bela e a fera</strong> e o <strong>João Sem Medo</strong>. Depois que os li, descobri que a fera não era tão fera assim. Tinha um coração enorme de bondade. Quanto ao João Sem Medo, onde fora arrumar tanto medo de água?</p>
<div style="text-align: justify;">Ah! m<a href="http://bp0.blogger.com/_4_QKWMutXQ4/R-k3pul_fPI/AAAAAAAAANo/RDBpFXaVCI8/s1600-h/condessa_seguir.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181734036288011506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" src="http://bp0.blogger.com/_4_QKWMutXQ4/R-k3pul_fPI/AAAAAAAAANo/RDBpFXaVCI8/s320/condessa_seguir.jpg" border="0" alt="" /></a>emórias com gosto de saudade.</div>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<div style="text-align: justify;">E a <strong>Sofia, a Desastrada</strong>&#8230;que danada, comeu todo o pote de requeijão&#8230;minha passagem preferida era quando depois de tanto destempero, ela se debatia com dores de barriga&#8230;.rsrs<br />
 Sofia, Sofia&#8230;muito hilária e&#8230;desastrada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181734560274021634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" src="http://bp2.blogger.com/_4_QKWMutXQ4/R-k4IOl_fQI/AAAAAAAAANw/EkS2vy6P5H0/s320/p_10168_Livro-Poliana.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Poliana</strong> e <strong>Poliana Moça</strong>.</div>
<div style="text-align: justify;">A menininha do Jogo do contente&#8230;histórias tristes contadas sob o viés do otimimismo. Um lindo clássico.</div>
<div style="text-align: justify;">Jimmy foi minha paixonite&#8230;minha primeira idéia do peso do papel do mocinho em um romance.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Foram tantos&#8230;quisera poder lembrar de todos&#8230;mas, de alguma forma, sei que essas muitas histórias que me foram contadas estão incorporadas em uma grande porção de mim mesma.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Como é bom sentir esse gostinho de saudade!!!!</div>
 RGbyvivi]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Penelope de Marilyn Kaye &#8211; Desafio Literário Fevereiro 2010</title>
		<link>http://romancegracinha.com/2010/02/penelope-de-marilyn-kaye-desafio-literario-fevereiro-2010/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 16:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Romance Contemporâneo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Um pouco sobre o mim Eu sou o (a): Rê Lima Moro em (Cidade/Estado &#8211; UF): Na net, você me encontra: http://incubadoraliteraria.blogspot.com/ http://romancegracinha.com/ http://janefirifirifane.tumblr.com/ Neste mês, eu li: Título: Penélope Autor do livro: Marilyn Kaye Editora: Galera Record Nº de páginas: 236 p   O livro é sobre&#8230; a história de uma garota normal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong><span style="color: #e5b8b7;">Um pouco sobre o mim</span></strong><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><strong>Eu sou o  (a): Rê Lima <br />
 </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><strong>Moro em (Cidade/Estado &#8211; UF): </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Na net, você me encontra: <a href="http://incubadoraliteraria.blogspot.com/">http://incubadoraliteraria.blogspot.com/</a> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> <a href="../">http://romancegracinha.com/</a><br />
 <a href="http://janefirifirifane.tumblr.com/" target="_blank">http://janefirifirifane.tumblr.com/</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #e5b8b7;">Neste mês, eu li:</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-773" title="picture2life_26762_original" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/02/picture2life_26762_original.jpg" alt="picture2life_26762_original" width="269" height="269" />Título: </strong>Penélope</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong>Autor do  livro: </strong>Marilyn Kaye</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong>Editora: </strong>Galera  Record</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong>Nº de  páginas: </strong>236 p</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-align: justify;"><strong>O livro é sobre&#8230; </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-align: justify;">a história de uma  garota normal com sentimentos, inseguranças e emoções comuns a todas as  meninas da sua idade, a não ser por um detalhe que a torna incomum  perante os olhos da sociedade: ter nascido com um nariz de porco  decorrente de uma antiga maldição lançada por uma bruxa.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-align: justify;">A partir daí,  nossa personagem, conhecida por Penélope,  terá de superar os seus medos  e se  aceitar como  de fato é para encontrar a felicidade.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; text-align: justify;"><strong>Eu escolhi este livro porque&#8230; </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">A capa do livro  me chamou atenção. Achei-a linda. E  ao ler a sinopse da história  fiquei curiosa para saber como seria contado esse conto de fadas versão  moderna.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt;"><strong>A leitura foi&#8230;</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">Muito fácil e o  livro é agradável de ler. Possui letras adequadas e do tamanho ideal  para uma leitura cômoda. A história é repleta de diálogos. A autora faz  uso de uma linguagem simples e consegue narrar todos os acontecimentos  ao ponto de pensarmos que estamos  assistindo ao filme. Isso mesmo, a  história da garota porca foi para telona tendo no papel principal a  atriz <span style="color: #000000;">hollywoodiana</span> <a href="http://www.imdb.pt/name/nm0000207/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Christina  Ricci</span></a>.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">Eu não vi a  versão para o <span style="color: #000000;">cinema</span>, mas fiquei curiosa  para assistir e ver se a adaptação se manteve fiel à obra literária.</p>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">O livro, por muitas vezes, me dá  impressão de ter sido escrito para um público  adolescente. No entanto, a  narrativa encanta adultos também.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">Com pitadas de humor e ironia, a história se desenrola e não se  arrasta. Em uma sentada é possível ler o livro.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">Como em quase todos os contos de  fadas, e esse não fugiu a regra, o mocinho e a mocinha ficam juntos no  final (não contei nada demais). Na verdade, o final não me agradou  porque a autora não desenvolveu o desfecho da história. Faltou o cuidado  em se trabalhar melhor o encontro dos proganistas. A autora não  conseguiu passar a aura de magia e alimentar a expectativa do leitor por  um final mais emocionante, mesmo que esse  final seja o óbvio  &#8220;enfim,  todos ficaram felizes para sempre. A obra  é modesta,  não traz  originalidade na abordagem da temática conto de fadas. No entanto, me  fez refletir até que ponto não somos um pouco Penelopes, na medida em  que padronizamos o nosso jeito de ser para sermos aceitos (as)  em uma  sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Somos obrigados a  refletir o que é imposto, sem pensarmos que aquilo que nos diferencia é a  nossa verdadeira identidade. E assim, aceitamos com facilidade que é  preciso mudar a cor do cabelo, o formato do nariz , o tamanho da orelha,  o tamanho dos seios, ter um corpo capa de revista a custa de cirurgias e  assim vamos nos descaracterizando.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">O livro, é claro, não aborda tão profundamente a temática,  talvez para não tornar a história tão pesada. No entanto, consegue  alcançar o objetivo a que se propõe, ou seja, diversão pura e simples  sem maiores pretensões.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><strong><span style="font-size: x-small;">POSTER  DO FILME</span></strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: center;"><img class="size-full wp-image-774 " title="o_penelope" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/02/o_penelope.jpg" alt="o_penelope" width="211" height="314" /></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A nota que eu dou para o livro: 4/5 </strong></p>
</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong><br />
 </strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong>Eu mudaria o final do livro: </strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;"><strong><br />
 </strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 0pt 21.3pt; text-align: justify;">
<div><strong> </strong></div>
<div>Penélope  continuaria com o seu lindo e belo nariz de porco. E todos os rapazes  se enamorariam da sua beleza singular.</div>
<div>Johnny, o seu prìncipe  encantado, a aceitaria da forma como ela era. O feitiço não seria  desfeito. Eles dois se casariam e teriam lindos bebês com nariz de porco.</div>
</div>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #e5b8b7;">Trailer do filme legendado:</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #e5b8b7;"><br />
 </span></strong></p>
<p align="center">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mwR96SGXWNw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/mwR96SGXWNw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 RGbyvivi]]></content:encoded>
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		<title>Lanark: Uma vida em quatro livros de Alasdair Gray &#8211; Desafio Literário 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 02:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vivi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Romance Contemporâneo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: Contos de Fadas revisitado Mês: fevereiro/210 Título: Lanark: Uma vida em quatro livros Autor do livro: Alasdair Gray Editora: Record Nº de páginas: 655 Quando seu romance estréia, &#8216;Lanark&#8217;, foi lançado, Alasdair Gray ganhou a fama de melhor escritor escocês desde Walter Scott e o livro se tornou a mais influente obra escocesa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-770" title="picture2life_00000_original" src="http://romancegracinha.com/wp-content/uploads/2010/02/picture2life_00000_original1.jpg" alt="picture2life_00000_original" width="240" height="240" />Tema: </strong>Contos de Fadas revisitado</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mês: </strong>fevereiro/210<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título: </strong>Lanark: Uma vida em quatro livros</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor do livro: </strong>Alasdair Gray</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Editora: </strong>Record<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nº de páginas: 655</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quando seu romance estréia, &#8216;Lanark&#8217;, foi lançado, Alasdair Gray ganhou a fama de melhor escritor escocês desde Walter Scott e o livro se tornou a mais influente obra escocesa da segunda metade do século XX. Um trabalho de intensa imaginação e largo alcance, cujas técnicas de narrativa semeiam uma mensagem profunda, tanto no campo pessoal quanto no político. Esta obra trata da incapacidade humana de amar e a compulsão de tentar encontrar o amor verdadeiro. É um épico moderno, apocalíptico e experimental, realista e fantástico, repleto de narrativas lúdicas. Publicado originalmente em 1981, o livro é uma mistura de diversos gêneros, aparentemente díspares &#8211; do conto até a novela, passando por fantasia, ficção científica, autobiografia, crítica literária e realismo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O livro é sobre a história </strong>da vida de Lanark. No primeiro capítulo Lanark, sem passado e sem nome, chega numa cidade estranha onde não há luz do dia e as pessoas são dominadas por um poder invisível a determinar seu modo vida.  Nesse lugar, as pessoas são acometidas de doenças estranhas. No caso de Lanark, por exemplo, seu braço é coberto de escamas de dragão e no lugar da mão, o que se vê é uma pesada garra do mesmo animal.  De forma simbólica, a doença  em Lanark representa sua alma e espírito revestidos de uma couraça em que nada ou ninguém o possa atingir.  Obviamente, a evolução da doença em Lanark significa a perda de sua essência, de sua identidade, de sua humanidade. Paira a pergunta: Lanark será curado?  Antes de sabê-lo, o leitor deverá acompanhar a história de sua vida do início ao fim.  De forma instigante e original, o autor nos leva a percorrer com Lanark a via difícil, sofrida e inglória de quem resiste a ser coisificado. Seja por convicção, coragem moral ou espiritual, a esperança continua sendo a melhor opção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eu escolhi este livro porque&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sua boa fama o precede. Isso foi o  que instigou a minha curiosidade.  Além disso, a leitura calhou com a ocasião do desafio literário de fevereiro uma vez que a narrativa acontece em um universo maravilhoso e fantasioso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A leitura foi </strong>uma experiência fantástica. O livro está além de qualquer definição. A começar por sua estrutura não-linear onde a história começa pelo livro 3 (E com o prólogo no meio!). Esse aspecto inusitado soou como novidade para mim. O livro é complexo, sem sincronia, porém não menos divertido. Acima de tudo nos inspira por tratar de temas que nos são caros. Fala do amor, dos sonhos e da liberdade ofuscados pela circulo vicioso de uma cultura castradora do indivíduo.  Com certeza é  um livro que exige várias releituras para melhor compreendê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">È <strong> 5/5!</strong></p>
 RGbyvivi]]></content:encoded>
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