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abr
30

Centúrias

Tema: Escritores Latino-americanos

Mês: Abril/210

Título: Centúrias

Autor do livro: Bruna Longobucco

Editora: Novo Século

Nº de páginas: 215

O livro é sobre…

Nas palavras de Bruna Longobucco: Em “Centúrias”, meu novo romance, vocês vão conhecer a história de Aylá Levale e Igor Telfort, adolescentes de famílias rivais que descobrem ser descendentes de duas ordens milenares de bruxaria: as Centurianas e os Dargais. O enredo constrói uma fantasia repleta de aventuras, divertida e envolvente.

Nas minhas palavras: Em Centúrias, romance de Bruna Longobucco, conheci Aylá e Igor. Dois jovens as voltas com os conflitos típicos da puberdade e…peraí! Volta a fita! Aylá e Igor não são o que poderíamos classificar como gêneros típicos do que entendemos por adolescentes normais. Tudo bem que surfar a onda juvenil dos conflitos existenciais, da necessidade tamanha da auto-afirmação não seja coisa fácil para ninguém. E ambos, para não destoar da cartilha básica da juventude, padecem do mesmo mal. Até aí tudo bem! Agora: imagine-se se descobrindo um adolescente portador de poderes especiais?  Fácil? Então, segura essa! Como se isso não bastasse, acrescente ao pacote a encarnação de sentimentos intensos de dois personagens literários tão conhecidos nossos como Romeu e Julieta. Hmmm…o que lhe parece?

Eu digo: Eles foram talhados para serem os heróis dessa linda história.

Amar a quem se deve odiar…e não é que A&I foram premiados nessa loteria literária do amor? Afinal, Romeus e Julietas não brotam do chão, não é mesmo? Definitivamente não é coisa para comuns.

Mas sendo o amor de uma grandeza afetiva das mais nobres ou, como queira, das mais resistentes, ainda que o mal sobrevenha, no fim das contas, ele vencerá. Quem há de ficar indiferente ao amor?

“Tal como a sombra, o amor corre de quem o segue: foge, se o perseguis; se fugis, vos persegue”. (Shakespeare)

A história de amor dos dois protagonistas não é azuzinha. O cenário da paixão é pintado com cores mais complexas. Uma hora tá tudo bem para A&I, em outra (cúmulo da inscontância!), se perdem um do outro por conta de “bobagens” como ciúmes (Está aí a prova de que até os seres mágicos sofrem com sentimentos mortais. Atire a primeira pedra quem nunca teve uma crise de ciúmes? Só que no caso deles, o poder diminui com a fraqueza. Quem lê a história, percebe quão enfraquecidos ficavam Aylá e Igor quando divididos. O sofrimento de ambos é tangível) .

Como que em um desencontro marcado, eles se conhecem, provocam um ao outro até se renderem. E a rendição é de um calor humano, cof,cof…calor sobrehumano sem precedentes. Bem ao estilo chamem os bombeiros porque a sala tá pegando fogo, capiche?

Os momentos divertidos ficam a cargo de Aylá.  Ela descobriu seus poderes sobrenaturais ontem e ainda não domina o seu arsenal de ferramentas encantatórias. Até que ela as domine, o humor está garantido para nós. Afinal, como não se divertir com as trapalhadas mágicas nas quais ela se mete?

Mas o livro é muito mais que entreveros de amor. O livro nos fala da força do sangue, do amor familiar, da superação dos medos e limitações por intermédio do autoconhecimento. E o bacana é que Bruna nos leva para fora do mundo fantástico ao possibilitar uma associação íntima com o mundo real. È como se na narrativa ocorresse um duelo entre o real e o irreal. O cotidiano e o fantástico. Isso fica muito claro quando a narrativa sai da terceira pessoa e surge diante de nós uma Aylá no confessionário da sua imaginação. È lá que ela revela seus segredos mais íntimos, suas dores, angústias e felicidades. Por exemplo, enquanto se preocupa com a instabilidade afetiva da mãe as voltas com mais um namorado, Aylá tem que combater o mal com ajuda de seres inusitados como uma coruja e dois gatos falantes. Por mais absurdo que possa parecer, é ali no universo particular de Aylá que o comum e o sobrecomum se fundem. E assim, nesse embalo flutuante, até o the end, nos aproximamos, em camaradagem, da ilustre protagonista de Centúrias.

As Bellas que se cuidem!

Para saber mais: http://romancecenturias.blogspot.com/

Eu escolhi este livro porque…

Foi o que a providência  me destinou para ler esse mês. Eu que vivo aqui falando de planejamento literário,e blá,blá, blá…acabei sem encontrar os livros que havia selecionado para o desafio. Agradeço a Bruna por ter tornado possível a minha participação no desafio do mês. Estava desesperada! Eis que surge Bruna e seu mais novo lançamento. Momento curiosidade: O livro chegou aqui em casa no dia do meu niver! Hip, Hip, Hurra!

A leitura foi divertida. Muito gostosa. Bruna Longobucco demonstra uma perícia de poucos ao tecer uma narrativa tão rítmica que em um movimento contínuo e dinâmico  (abracadabra!) torna nosso mundo mais fantástico.  Além do que dá gosto conhecer personagens amantes dos livros como Aylá e Igor. Gente, eles se conhecem em uma biblioteca! Não é um charme um amor  que nasce entrelivros?  Não vou falar mais nada porque a graça sempre está em ler o  livro. Vale a pena!

Button Desafio literário

 

È 5/5!

mar
31

picture2life_00000_original(3)Tema: Clássicos da Literatura Universal

Mês: Março/210

Título: Ana Karênina

Autor do livro: Tolstói

Editora: Nova Cultural

Nº de páginas: 654

Uma das melhores obras de Tolstói, o romance Ana Karênina narra a história do amor difícil e controvertido vivido pela protagonista Ana na Rússia czarista. Ela é uma mulher casada que vai atrás de seu amante Vronski mas, arrebatada por uma paixão proibida, resvala cada vez mais para um abismo de mentiras e destruição. Tolstói questiona o significado da vida e da justiça social tendo como pano de fundo as crises familiares. É o maior romance do adultério na literatura universal.

O livro, como comumente é conhecido, nos fala sobre uma história de adultério. No entanto, percebi que a trama aborda outros temas complexos. À primeira vista, a graça da narrativa é a  de não se restringir a uma trama só. Engenhosamente vemos descortinar três histórias com visões concorrentes sobre o amor e o casamento. Para quem assim como eu pensou que o cerne do romance é a Ana Karênina, o livro de fato se revela uma surpresa. Outros personagens têm igual ou mais destaque do que ela. Mas vamos ao que interessa: a três histórias que mencionei acima. A primeira delas retrata a vida de casados de Stiva e Dolly Oblonsky.  Um casamento de conveniência, sem amor e sete filhos. Por mais terrível que possa parecer, esse casal é o refresco do livro uma vez que a tentativa de ambos em  manter o casamento de pé tem o seu quê cômico. Ah, Kostantin e Kitty Levin! Esse casal me encantou com aquele começo de namoro(?) muiiiiito estranho e doce ao mesmo tempo. A passagem em que os dois fazem uma declaração de amor mútuo é uma das passagens mais fascinantes que já li.  A minha admiração por ambos os personagens é também devida à capacidade que possuem de transcender os papéis sociais de gênero em uma sociedade eminentemente patriarcal. Por fim, temos a relação babado forte dos Karenins. Casada com um marido presencial e emocionalmente distante, Anna vive uma vida resignada até conhecer Vronski por quem se apaixona. Assumidamente adúltera, Ana paga dura e sofridamente por não negar sua paixão. E nisso se revela o padrão duplo com que as ações femininas e masculinas são julgadas. À Ana resta-lhe amargar uma reputação denegrida enquanto Vronski continua bem aceito nos mesmos círculos sociais. Para além disso, o sentido da história é bem profundo tornando-se apaixonante acompanhar a trajetória dos personagens em busca da felicidade e do sentido da vida.

Eu escolhi este livro porque…

Amo a literatura russa. Pronto, falei.

A leitura foi maravilhosa. Esse livro nos abstrai da realidade sendo impossível sair incólume de sua leitura. Certamente uma obra inesquecível. Como me esquecerei de Levin? Um dos personagens mais nobres e dignos que já conheci?  Da obra em si, só vejo ganhos em lê-la. E essa é a parte em que ressalto que gostei  do livro não porque seja um clássico.  Gostei porque gostei.  Gosto de livros que me comunicam de alguma forma independente de sua classificação, seja clássico ou contemporâneo.  E nesse caso, Tolstói me conquistou ao  tratar de assuntos tão profundos utilizando-se de uma linguagem tão gostosa e fácil de modo que não senti o tempo passar. Mas é preciso ter em mente que para além do entretenimento o livro aborda ricas temáticas de cunho social.  A implicação disso se traduz  naquelas partes em que os discursos são longos,  descritivos e filósoficos.  Para quem gosta,  a leitura é um prato cheio e saboroso. Ao fim do livro, uma inquietação permanece acerca do amor romântico, o amor inventado. Como adoramos um amor inventado, exagerado, cheio de drama e paixão, não é?  Assim cantava Cazuza. Mas Tolstói cutuca: Pode-se tudo por amor? E o amor, o que é? Turbulência ou calmaria?  Diga aí, meu irmão!

È 5/5!

fev
28

 

Um pouco sobre o mim

Eu sou o (a): Rê Lima

Moro em (Cidade/Estado – UF):

Na net, você me encontra: http://incubadoraliteraria.blogspot.com/

http://romancegracinha.com/
http://janefirifirifane.tumblr.com/

Neste mês, eu li:

picture2life_26762_originalTítulo: Penélope

Autor do livro: Marilyn Kaye

Editora: Galera Record

Nº de páginas: 236 p

 

O livro é sobre…

a história de uma garota normal com sentimentos, inseguranças e emoções comuns a todas as meninas da sua idade, a não ser por um detalhe que a torna incomum perante os olhos da sociedade: ter nascido com um nariz de porco decorrente de uma antiga maldição lançada por uma bruxa.

A partir daí, nossa personagem, conhecida por Penélope,  terá de superar os seus medos e se  aceitar como  de fato é para encontrar a felicidade.

 

Eu escolhi este livro porque…

 

A capa do livro me chamou atenção. Achei-a linda. E  ao ler a sinopse da história fiquei curiosa para saber como seria contado esse conto de fadas versão moderna.

 

A leitura foi…

 

Muito fácil e o livro é agradável de ler. Possui letras adequadas e do tamanho ideal para uma leitura cômoda. A história é repleta de diálogos. A autora faz uso de uma linguagem simples e consegue narrar todos os acontecimentos ao ponto de pensarmos que estamos  assistindo ao filme. Isso mesmo, a história da garota porca foi para telona tendo no papel principal a atriz hollywoodiana Christina Ricci.

Eu não vi a versão para o cinema, mas fiquei curiosa para assistir e ver se a adaptação se manteve fiel à obra literária.

O livro, por muitas vezes, me dá impressão de ter sido escrito para um público  adolescente. No entanto, a narrativa encanta adultos também.
Com pitadas de humor e ironia, a história se desenrola e não se arrasta. Em uma sentada é possível ler o livro.
Como em quase todos os contos de fadas, e esse não fugiu a regra, o mocinho e a mocinha ficam juntos no final (não contei nada demais). Na verdade, o final não me agradou porque a autora não desenvolveu o desfecho da história. Faltou o cuidado em se trabalhar melhor o encontro dos proganistas. A autora não conseguiu passar a aura de magia e alimentar a expectativa do leitor por um final mais emocionante, mesmo que esse  final seja o óbvio  “enfim, todos ficaram felizes para sempre. A obra  é modesta,  não traz originalidade na abordagem da temática conto de fadas. No entanto, me fez refletir até que ponto não somos um pouco Penelopes, na medida em que padronizamos o nosso jeito de ser para sermos aceitos (as)  em uma sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Somos obrigados a refletir o que é imposto, sem pensarmos que aquilo que nos diferencia é a nossa verdadeira identidade. E assim, aceitamos com facilidade que é preciso mudar a cor do cabelo, o formato do nariz , o tamanho da orelha, o tamanho dos seios, ter um corpo capa de revista a custa de cirurgias e assim vamos nos descaracterizando.
O livro, é claro, não aborda tão profundamente a temática, talvez para não tornar a história tão pesada. No entanto, consegue alcançar o objetivo a que se propõe, ou seja, diversão pura e simples sem maiores pretensões.
POSTER DO FILME
o_penelope

A nota que eu dou para o livro: 4/5


Eu mudaria o final do livro:

Penélope continuaria com o seu lindo e belo nariz de porco. E todos os rapazes se enamorariam da sua beleza singular.
Johnny, o seu prìncipe encantado, a aceitaria da forma como ela era. O feitiço não seria desfeito. Eles dois se casariam e teriam lindos bebês com nariz de porco.

Trailer do filme legendado:


fev
28

picture2life_00000_originalTema: Contos de Fadas revisitado

Mês: fevereiro/210

Título: Lanark: Uma vida em quatro livros

Autor do livro: Alasdair Gray

Editora: Record

Nº de páginas: 655

Quando seu romance estréia, ‘Lanark’, foi lançado, Alasdair Gray ganhou a fama de melhor escritor escocês desde Walter Scott e o livro se tornou a mais influente obra escocesa da segunda metade do século XX. Um trabalho de intensa imaginação e largo alcance, cujas técnicas de narrativa semeiam uma mensagem profunda, tanto no campo pessoal quanto no político. Esta obra trata da incapacidade humana de amar e a compulsão de tentar encontrar o amor verdadeiro. É um épico moderno, apocalíptico e experimental, realista e fantástico, repleto de narrativas lúdicas. Publicado originalmente em 1981, o livro é uma mistura de diversos gêneros, aparentemente díspares – do conto até a novela, passando por fantasia, ficção científica, autobiografia, crítica literária e realismo.

O livro é sobre a história da vida de Lanark. No primeiro capítulo Lanark, sem passado e sem nome, chega numa cidade estranha onde não há luz do dia e as pessoas são dominadas por um poder invisível a determinar seu modo vida.  Nesse lugar, as pessoas são acometidas de doenças estranhas. No caso de Lanark, por exemplo, seu braço é coberto de escamas de dragão e no lugar da mão, o que se vê é uma pesada garra do mesmo animal.  De forma simbólica, a doença  em Lanark representa sua alma e espírito revestidos de uma couraça em que nada ou ninguém o possa atingir.  Obviamente, a evolução da doença em Lanark significa a perda de sua essência, de sua identidade, de sua humanidade. Paira a pergunta: Lanark será curado?  Antes de sabê-lo, o leitor deverá acompanhar a história de sua vida do início ao fim.  De forma instigante e original, o autor nos leva a percorrer com Lanark a via difícil, sofrida e inglória de quem resiste a ser coisificado. Seja por convicção, coragem moral ou espiritual, a esperança continua sendo a melhor opção.

Eu escolhi este livro porque…

Sua boa fama o precede. Isso foi o  que instigou a minha curiosidade.  Além disso, a leitura calhou com a ocasião do desafio literário de fevereiro uma vez que a narrativa acontece em um universo maravilhoso e fantasioso.

A leitura foi uma experiência fantástica. O livro está além de qualquer definição. A começar por sua estrutura não-linear onde a história começa pelo livro 3 (E com o prólogo no meio!). Esse aspecto inusitado soou como novidade para mim. O livro é complexo, sem sincronia, porém não menos divertido. Acima de tudo nos inspira por tratar de temas que nos são caros. Fala do amor, dos sonhos e da liberdade ofuscados pela circulo vicioso de uma cultura castradora do indivíduo.  Com certeza é  um livro que exige várias releituras para melhor compreendê-lo.

È  5/5!

fev
01

Ficha de Leitura

Tema: Livros de banca

Mês: Janeiro


Um pouco sobre o mim

Eu sou o (a): Rê Lima

Moro em (Cidade/Estado – UF): Brasília/DF

Na net, você me encontra (Blog ou Site):

http://incubadoraliteraria.blogspot.com/

http://romancegracinha.com/


Neste mês, eu li:

picture2life_00000_originalTítulo: A PRINCESA RAPTADA

Nº de páginas: 285p

O livro é sobre…Príncipes e princesas. A sinopse introdutiva que consta na contracapa do livro resume da seguinte forma a história: “Era uma vez uma princesa, que despareceu sem deixar rastros….até o dia em que um príncipe a encontrou e a trouxe de volta”

Histórias de príncipes e princesas sempre iniciam com o Era uma vez…

Não poderia ser diferente ou poderia?

Confesso que apenas a chamada introdutória do livro não me fez comprar a idéia da história. Pensei: “ Mais  uma história de príncipes e princesas”. Resolvi ler o restante da sinopse. Agradou-me um pouco mais, mas não me dei por convencida. Resolvi pagar para ver.

Então aceitei o convite e me imergir na Escócia de 1810. Ali, conheci Sorcha, herdeira do trono de Beaumontagne que para fugir da revolução em seu país fora mandada para um convento escocês. Em companhia das freiras seguia com sua vida tranquilamente. Longe de todos os pecados da carne (será?) até que em seu caminho surge um pescador esquisito que logo se encanta por ela. Na verdade, o tal pescador é o príncipe Rainger.  O jovem príncipe é incumbido de protegê-la e levá-la de volta, em segurança,  para Beumontagne. O príncipe também sonha reconquistar o seu país e governar junto com a amada. Mas, até lá, esses dois irão se envolver em aventuras, confusões, brigas, beijos, abraços, amassos, beijos, brigas e muito mais. Já deu para imaginar, não?

Pois é,  minhas caras e meus caros, essa é a história contada em uma versão fast food. Se quiserem experimentá-la com mais, digamos sabor,  terão de ler o livro.

Eu escolhi este livro porque…

Em primeiro lugar foi indicado por minha mana Vivi. E em segundo, por ter ido com a “cara” do livro, pura e simplesmente!

Divertida e prazerosa. Confesso que tempos atrás, já fui fã da literatura chamada “mulherzinha”, mas há muito não lia os livros por considerar as histórias sempre iguais.

Neste romance, em particular, a autora tempera a  história com tiradas engraçadas que dão um toque especial à trama.  Ela tem um bom tempo de humor e sabe utilizá-lo nos momentos certos. Obviamente, existe toda a dramaticidade presente em romances desse gênero. Mas, a história se desenrola e não é arrastada. Os personagens, apesar de caricatos, são sedutores. Temos a jovem inocente que desconhece os mistérios da arte do amor até encontrar em seu caminho o jovem e “bem dotado” príncipe de sua vida.

Como em todo romance, o casal de pombinhos  terá de enfrentar todos os obstáculos até se entregarem por definitivo um ao outro. Até o tão sonhado happy end irão se envolver em muitas aventuras.  Garantia de diversão despretensiosa com certeza.

Alguns trechos do livros  com as pérolas da personagem Sorcha e em seu momento de “descoberta”:

“ O seu…negócio é fora do comum de grande?”

“E gaita de fole me parece muito coloquial”

“Eu bem que gostaria de ver o elenco reunido”.

É isso aí, eis algumas tiradas da princesinha. Poderia soar brega, mas a forma como a história é contada, com muito humor, suaviza o apelo sexual contido nos diálogos. É obvio que existem os tais momentos “picantes”, mas eles ficam em segundo plano.

Eu diria que o destaque fica para os diálogos perspicazes e engraçados.

Com base em minhas impressões, a minha nota para o livro é 5/5