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Desculpe o atraso na divulgação, pessoal. Independente de qualquer atraso, os critérios de validação da participação dos interessados estão assegurados.
Como afirmei no post de anúncio do sorteio, bastava responder à pergunta formulada para validar a participação do respondente ao sorteio desde que a resposta fosse enviada até o dia 30/03. Afinal, o sorteio era para ser divulgado no dia 31/03.
Sendo assim, tivemos 15 respostas válidas. Para fins de sorteio, cada participação foi numerada em ordem crescente de 1 a 15. Vamos lá, continha básica:
1- Larissa Carelli
2- Erica Sayuri Correa
3- Vanilda Dias
4- Aline Veridiano
5- Celso
6- JAMIILLE FORTE
7- alice Ceneviva
8- Sílvia
9- Letícia Vitoriano
10- Jay
11- Luana
12- Cris Costa
13- Helen A.Z
14- Débora Lauton
15- Victor Sena
Momento A Comprovação:

Sendo assim, o alicinado que ganhou o livro Alice no país das maravilhas Edição especial de bolso foi, você, JAMIILLE FORTE. Menina, que poder de atração você tem? (“quem ganhou a promoção”? Você!) Alicinante!
Olá , eu sou Vanessa Orgelio
Meu Blog/Site:
www.livrooimortal.blogspot.com http://vanessaorgelio.blogspot.com/
http://filmotecadanessa.blogspot.com/
O meu Romance Gracinha é Para tão Longo Amor de Álvaro Cardoso Gomes – Editora Moderna
È um Romance Gracinha porque é lindo, doce e traz uma linda lição de vida…
O Romance é sobre um rapaz problemático, que não se entende com seus pais e acaba adentrando para o mundo das drogas, bebedeiras e más companhias chegando a ser preso. Sua vida chega ao fundo do poço até que ele conhece Regina. Uma menina diferente das outras, que o ensina o valor da vida, o prazer de amar e a importância de viver bem com os outros.
O ápice é quando ele descobre que Regina sofre de uma grave doença e mesmo após meses e meses de tratamento ela continua sem melhoras. Ele descobre que a ama, mas não diz a ela. Depois que ele se acerta com os pais e faz uma viagem de negocios e ao voltar descobre que Regina faleceu.
Classificação: 5/5
Faça como a Vanessa participe também! È só preencher o nosso formulário.
E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi
Tema: Clássicos da Literatura Universal
Mês: Março/210
Título: Ana Karênina
Autor do livro: Tolstói
Editora: Nova Cultural
Nº de páginas: 654
Uma das melhores obras de Tolstói, o romance Ana Karênina narra a história do amor difícil e controvertido vivido pela protagonista Ana na Rússia czarista. Ela é uma mulher casada que vai atrás de seu amante Vronski mas, arrebatada por uma paixão proibida, resvala cada vez mais para um abismo de mentiras e destruição. Tolstói questiona o significado da vida e da justiça social tendo como pano de fundo as crises familiares. É o maior romance do adultério na literatura universal.
O livro, como comumente é conhecido, nos fala sobre uma história de adultério. No entanto, percebi que a trama aborda outros temas complexos. À primeira vista, a graça da narrativa é a de não se restringir a uma trama só. Engenhosamente vemos descortinar três histórias com visões concorrentes sobre o amor e o casamento. Para quem assim como eu pensou que o cerne do romance é a Ana Karênina, o livro de fato se revela uma surpresa. Outros personagens têm igual ou mais destaque do que ela. Mas vamos ao que interessa: a três histórias que mencionei acima. A primeira delas retrata a vida de casados de Stiva e Dolly Oblonsky. Um casamento de conveniência, sem amor e sete filhos. Por mais terrível que possa parecer, esse casal é o refresco do livro uma vez que a tentativa de ambos em manter o casamento de pé tem o seu quê cômico. Ah, Kostantin e Kitty Levin! Esse casal me encantou com aquele começo de namoro(?) muiiiiito estranho e doce ao mesmo tempo. A passagem em que os dois fazem uma declaração de amor mútuo é uma das passagens mais fascinantes que já li. A minha admiração por ambos os personagens é também devida à capacidade que possuem de transcender os papéis sociais de gênero em uma sociedade eminentemente patriarcal. Por fim, temos a relação babado forte dos Karenins. Casada com um marido presencial e emocionalmente distante, Anna vive uma vida resignada até conhecer Vronski por quem se apaixona. Assumidamente adúltera, Ana paga dura e sofridamente por não negar sua paixão. E nisso se revela o padrão duplo com que as ações femininas e masculinas são julgadas. À Ana resta-lhe amargar uma reputação denegrida enquanto Vronski continua bem aceito nos mesmos círculos sociais. Para além disso, o sentido da história é bem profundo tornando-se apaixonante acompanhar a trajetória dos personagens em busca da felicidade e do sentido da vida.
Eu escolhi este livro porque…
Amo a literatura russa. Pronto, falei.
A leitura foi maravilhosa. Esse livro nos abstrai da realidade sendo impossível sair incólume de sua leitura. Certamente uma obra inesquecível. Como me esquecerei de Levin? Um dos personagens mais nobres e dignos que já conheci? Da obra em si, só vejo ganhos em lê-la. E essa é a parte em que ressalto que gostei do livro não porque seja um clássico. Gostei porque gostei. Gosto de livros que me comunicam de alguma forma independente de sua classificação, seja clássico ou contemporâneo. E nesse caso, Tolstói me conquistou ao tratar de assuntos tão profundos utilizando-se de uma linguagem tão gostosa e fácil de modo que não senti o tempo passar. Mas é preciso ter em mente que para além do entretenimento o livro aborda ricas temáticas de cunho social. A implicação disso se traduz naquelas partes em que os discursos são longos, descritivos e filósoficos. Para quem gosta, a leitura é um prato cheio e saboroso. Ao fim do livro, uma inquietação permanece acerca do amor romântico, o amor inventado. Como adoramos um amor inventado, exagerado, cheio de drama e paixão, não é? Assim cantava Cazuza. Mas Tolstói cutuca: Pode-se tudo por amor? E o amor, o que é? Turbulência ou calmaria? Diga aí, meu irmão!
È 5/5!
com as ilustrações originais de John Tenniel
Alice no país do espelho e o que ela encontrou por lá, publicado em 1871, é a continuação do célebre Alice no país das maravilhas, de 1865. O autor, Charles Lutwidge Dogson, conhecido como Lewis Carroll (1832-1898), era reverendo e professor de matemática em Christ Church, futura Universidade de Oxford. Lá, tornou-se muito próximo das filhas do deão Liddel, principalmente de Alice. A partir de uma história contada às meninas Liddel quando Alice tinha quatro anos, Carroll escreveu Alice no país das maravilhas, em que a menina protagonista segue o Coelho Branco, cai no País das Maravilhas e conhece os mais variados e estranhos personagens. Na continuação, Alice no país do espelho, ela tem de ultrapassar vários obstáculos – estruturados como etapas de um jogo de xadrez – para se tornar rainha. À medida que ela avança no tabuleiro, surgem outros tantos personagens instigantes e enigmáticos.
Carroll, apaixonado por crianças, elaborou as duas narrativas, altamente fantasiosas, como um contraponto às histórias edificantes e moralistas que eram lidas para os pequenos súditos da Inglaterra vitoriana. Porém, tanto Alice no país das maravilhas quanto Alice no país do espelho mostraram ser muito mais do que histórias infantis: são obras-primas da literatura fantástica de todos os tempos, para leitores de todas as idades.
Esta edição traz uma nova tradução do texto clássico e reproduz as ilustrações originais de John Tenniel.

Alice no País do Espelho… há título mais sugestivo para as mentes curiosas? Estamos de volta ao ponto de origem…aquele mesmo universo estranho e inusitado de Alice no país das maravilhas. Dessa vez a história adquire as características de um jogo de xadrez. Todos os eventos da trama se constituem em jogadas até que um xeque-mente anuncie o seu final. Diz aí, fazer jogo em literatura? Isso é ou não é o ápice do engenho criativo? Carroll não é fraco não! È por isso que eu amo falar de literatura. Eu me encanto com esses gênios da escrita que vieram ao mundo para criar histórias que transcedem o tempo e o espaço.
Continuando depois do arroubo apaixonado…
Nesse mundo imaginário dos contrários, Alice se encontra com o rei e a rainha de copas, com Humpty Dumpty e cia. O melhor da narrativa são as brincadeiras de lógica, os jogos de linguagem, os quebra-cuca que caracterizam o estilo autêntico e original da escrita de Carroll. Sob a capa de brincadeira, o livro é contestador ao subverter a linguagem instaurando o tal falado clima de nonsense (Imagine o rebuliço de tais idéias em plena era vitoriana!).
A narrativa é um aventura só! Eu recomendo e digo mais: vale a pena curtir a narrativa como criança. Afinal, Alice Liddell (A pequena musa de Carroll) e suas irmãs não se valeram de explicações de rodapé para entender o mundo de possibilidades ali desenhado. Simplesmente souberam apreciar sua magia. E sabe o que mais? Vale a pena enriquecer a sua biblioteca interna lendo mais essa obra exemplar.
O quê? Ainda não participou do sorteio? O tempo está correndo…vá pra lá agora!















Fala Gracinha!