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mar
10

¡HOLA! Gracinhas

Tudo bom com vocês?

Depois de um longo descanso a nossa coluna volta a todo vapor. E haja fôlego. Mas fiquem sabendo que não fiquei à toa não!

Volto e trago comigo uma companheira fofa que irá rechear os posts deste mês aqui no RG: Alice e seu mundo maravilhoso.

Esse conto de fadas que tem encantado gerações há décadas ganhou agora uma versão hiper comentada para o cinema, como já foi anunciado em post anterior por Vivi

No dia 05 de março estreou nos E.U.A a Alice de Tim Burton. E já é recorde de bilheteria por là, viu? Vamos combinar que o cara é bom no que faz. Não que eu já  tenha visto o filme, mas Tim é uma das mentes mais criativas do cinema e de quebra ainda é ilustrador nas horas vagas. Deveria compartilhar um pouco dessa mente criativa com a gente, não é não?

Enquanto o filme não estreia em terras tupiniquins,  a gente pode ir degustando o que vem por aí no site do filme. Muita informação e diversão para quem curte os personagens engraçados e esquisitos de Lewis Caroll.

Confesso que estou ansiosa para ver a leitura de um dos diretores mais imaginativos do cinema. O que será que nos reserva Alice in Wonderland?

Alice é uma das minhas personagens favoritas. E seu universo maravilhoso tem sido explorado pelo mundo pop há tempos. E agora temos um revival oportuno e justo da obra de Sir. Lewis Caroll.

Entrem.  Sintam-se à vontade no mundo de Alice no país do Romance Gracinha!

Esta é para fãs e colecionadores. Só para dar um gostinho. aí vai um vídeo de uma edição pop up book de Alice no País das Maravilhas. Show de bola. Eu quero!

 

Gostou? A venda na Livraria Cultura. Clique aqui.

mar
08

alice_especial_gSe você não nasceu ontem, certamente já sabe do burburinho que o filme Alice do Tim Burton tem causado. Desde que o filme foi anunciado, eu tenho esperado ansiosamente por sua estréia nas telonas tupiniquins. Por isso, o RG dedica um especial à Carroll e  a seu mundo maravilhoso. Tome seu assento que a viagem começa agora!

Todo mundo conhece a história de Alice no país das Maravilhas nem que seja de só ouvir dizer. Que o livro é um clássico e um excelente formador cultural, todos sabem.  Engraçado que não me lembro de tê-lo lido na infância. Em uma leitura para realizar um trabalho de faculdade, fui capturada pelo clima nonsense presente na narrativa.

Mas sabe o que é a graça do livro aos meus olhos? A imaginação  pura e simples a passear em um mundo de pernas pro ar. Em mundo predominantemente cinza, vale a pena conhecer as maravilhas do mundo pelos olhos de Alice.

No início é apenas Alice em uma tarde preguiçosa a beira do rio, e num piscar de olhos, ela já segue um coelho e cai num buraco. E vai caindo, caindo, caindo, caindo até para num lugar estranho com muitas criaturas esquisitas. Há uma porta fechada por onde ela não consegue passar, em seguida ela muda de tamanho várias vezes, toma o chá mais louco da paróquia e joga críquete com a rainha, mas se Alice  ganhar, que claro fique:  “Cortem-lhe a cabeça!” A pergunta que fica é ” e aí? Alice volta ou não volta ao mundo real”?

Tsc, tsc…nossa eterna mania pelo fim. Aqui o que importa é o interlúdio. O lapso de tempo em que Alice vive a sua aventura. Já se imaginou em estado de movimento constante onde é possível adentrar dimensões sem medidas e conhecer lugares sempre novos? Assumir corporeidades várias num só dia?   Ufa! “Ter muitos tamanhos no mesmo dia é muito confuso!”

Hehehe…os diálogos que Alice tem com seus próprios pensamentos são um show a parte. Eu fico fascinada com a forma como Carroll trata as palavras de modo que se tornam visuais por si mesmas. Ele usa e abusa de metáforas inusitadas com tanta maestria que há os que pensam com seus botões “esse cara se drogava ou algo assim”?

Não. Apenas uma imaginação linda demais para se encaixar no universo de controle em que vivemos. E o livro trata justamente de um manifesto contra o controle e o condicionamento  a que nos impomos. Se precisamos de regras para viver, porque não pensamos o porquê delas existirem? Porque é certo o que se diz ser o certo?

Porque não questionar o pronto?

O livro fala de crescimento também. Em busca da sua identidade, Alice está simplesmente sendo. Sem supostos e pressupostos, encanta-se com que vê. Não é lindo viver curiosando?

O livro tem muitas fendas e portas fechadas sendo preciso abri-las com a chave da imaginação. Eu pergunto: Você está disposto a tentar abri-las? Entre na toca do coelho e vá para muito além da imaginação de Alice…

Para fazer esse especial reli Alice no país das maravilhas. Só que dessa vez me apropriei da edição ultra-especial de colecionador da Cosac Naify em que a caixa simula um baralho.  A biografia do autor  e a  filmografia de Alicecompletam a edição.

 

Button3

mar
05

Button2A Alice desceu a toca do coelho e veio parar 146 anos depois aqui no RG. Quer saber mais? Siga a trilha da Alice porque esse mês todos os caminhos levam ao país do Romance Gracinha.

mar
05

marineidelivroOlá , eu sou Marineide

Meu Blog/Site: http://marciagrega.blogspot.com/

O meu Romance Gracinha é Madame Bovary de Gustave Flaubert – Ediouro

È um Romance Gracinha Pela meticulosidade com que o autor descreve os personagens e pelo estilo único de Flaubert que procurava ajustar uma palavra que fosse realmente adequada ao texto, sem fazer uso de sinônimos. Ele dizia que sempre só existe uma palavras justa e única para descrever determinada cena.

O Romance é sobre os anseios de uma jovem que, para fugir da vida monótona da fazenda, casa-se com um médico. Sua vida de casada também não agrada, pois, seu marido é pacato e metódico, e ela passa a gostar de outros homens.

O ápice é quando a personagem principal toma veneno acreditando que terá uma morte tranquila…

Tem trilha sonora? Que eu saiba não, mas posso me informar e depois acrescentar. Tem filme.

Classificação: 4/5

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E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi

fev
28

 

Um pouco sobre o mim

Eu sou o (a): Rê Lima

Moro em (Cidade/Estado – UF):

Na net, você me encontra: http://incubadoraliteraria.blogspot.com/

http://romancegracinha.com/
http://janefirifirifane.tumblr.com/

Neste mês, eu li:

picture2life_26762_originalTítulo: Penélope

Autor do livro: Marilyn Kaye

Editora: Galera Record

Nº de páginas: 236 p

 

O livro é sobre…

a história de uma garota normal com sentimentos, inseguranças e emoções comuns a todas as meninas da sua idade, a não ser por um detalhe que a torna incomum perante os olhos da sociedade: ter nascido com um nariz de porco decorrente de uma antiga maldição lançada por uma bruxa.

A partir daí, nossa personagem, conhecida por Penélope,  terá de superar os seus medos e se  aceitar como  de fato é para encontrar a felicidade.

 

Eu escolhi este livro porque…

 

A capa do livro me chamou atenção. Achei-a linda. E  ao ler a sinopse da história fiquei curiosa para saber como seria contado esse conto de fadas versão moderna.

 

A leitura foi…

 

Muito fácil e o livro é agradável de ler. Possui letras adequadas e do tamanho ideal para uma leitura cômoda. A história é repleta de diálogos. A autora faz uso de uma linguagem simples e consegue narrar todos os acontecimentos ao ponto de pensarmos que estamos  assistindo ao filme. Isso mesmo, a história da garota porca foi para telona tendo no papel principal a atriz hollywoodiana Christina Ricci.

Eu não vi a versão para o cinema, mas fiquei curiosa para assistir e ver se a adaptação se manteve fiel à obra literária.

O livro, por muitas vezes, me dá impressão de ter sido escrito para um público  adolescente. No entanto, a narrativa encanta adultos também.
Com pitadas de humor e ironia, a história se desenrola e não se arrasta. Em uma sentada é possível ler o livro.
Como em quase todos os contos de fadas, e esse não fugiu a regra, o mocinho e a mocinha ficam juntos no final (não contei nada demais). Na verdade, o final não me agradou porque a autora não desenvolveu o desfecho da história. Faltou o cuidado em se trabalhar melhor o encontro dos proganistas. A autora não conseguiu passar a aura de magia e alimentar a expectativa do leitor por um final mais emocionante, mesmo que esse  final seja o óbvio  “enfim, todos ficaram felizes para sempre. A obra  é modesta,  não traz originalidade na abordagem da temática conto de fadas. No entanto, me fez refletir até que ponto não somos um pouco Penelopes, na medida em que padronizamos o nosso jeito de ser para sermos aceitos (as)  em uma sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Somos obrigados a refletir o que é imposto, sem pensarmos que aquilo que nos diferencia é a nossa verdadeira identidade. E assim, aceitamos com facilidade que é preciso mudar a cor do cabelo, o formato do nariz , o tamanho da orelha, o tamanho dos seios, ter um corpo capa de revista a custa de cirurgias e assim vamos nos descaracterizando.
O livro, é claro, não aborda tão profundamente a temática, talvez para não tornar a história tão pesada. No entanto, consegue alcançar o objetivo a que se propõe, ou seja, diversão pura e simples sem maiores pretensões.
POSTER DO FILME
o_penelope

A nota que eu dou para o livro: 4/5


Eu mudaria o final do livro:

Penélope continuaria com o seu lindo e belo nariz de porco. E todos os rapazes se enamorariam da sua beleza singular.
Johnny, o seu prìncipe encantado, a aceitaria da forma como ela era. O feitiço não seria desfeito. Eles dois se casariam e teriam lindos bebês com nariz de porco.

Trailer do filme legendado: