Bem, eu havia dito que eu seria a Gracinha do mês de Abril, estão lembradas? Òiaeuaí! Bem, esse post vai para a Driza, a Pam e a Vania que manifestaram sentir a falta da sessão. Fico feliz com o apreço, girls. Qual é o seu romance gracinha de Abril é dedicado a vocês, queridaças!
Blog: http://romancegracinha.blogspot.com/
O meu romance gracinha é Whitney meu amor da Judith Mcnaught publicado pela Best Seller.
È um romance gracinha porque amo a história de paixão. È um romance que me reporta a um bom filme de época. No caso, E o vento levou… Resguardadas as devidas proporções, a Whitney me lembra muito a Scarlet O’hara e o Clayton, o Rhett Butler. Para um romance cujo enredo versa sobre o amor, o livro gera muito controvérsia em virtude de uma passagem trágica e chocante do livro. Contudo, a forma como a polêmica é trabalhada pela autora é mais um crédito positivo do que negativo, ao meu ver. Well, eu tenho a minha opinião formada sobre o episódio, mas, creio que cabe a cada leitor discerni-lo da maneira que achar que deve. E vale ressaltar que o livro é gracinha porque enaltece o poder do perdão que neutraliza todo o ódio. È gracinha porque não é um livro perfeito. Tem deslizes fáceis de serem percebidos mas, conjuga bem os conflitos, os desentendimentos que obstaculizam a concretização do amor até que se chegue ao esperado happy end.
O romance é sobre encontros e desencontros de amor. Whitney, desde pequena, tem uma paixonite platônica por um amigo de infância, Paul. Como cabeça dura que é, cresce obcecada por esse rapaz ainda que ele a ignore como mulher. Quando vai à Paris com o intento de aprender como ser uma elegante dama da sociedade, Whitney transforma-se numa exuberante mulher. Logo chama a atenção do poderoso duque Clayton Westmoreland que não hesitará em mover montanhas e artimanhas para casar-se com Whitney. E aí que está o borogodó da história pois, ambos os protagonista têm a personalidade pra lá de forte e, habilmente, para sobrelevar essa característica presente em ambos, Judith Mcnaught não estende uma áurea divina sobre eles. São personagens forjados na mesma matéria que faz de nós seres imperfeitos. E o que chama atenção é que enquanto o embate de espíritos e personalidades se mostra em primeiro plano, o amor, situado em um contexto psicológico e interior, nasce timidamente sem que sequer Whitney e Clayton percebam. E quando percebem, parece ser tarde demais…
O ápice é quando ambos se descobrem apaixonados pois é quando os desentendimentos marcam presença com o fim de separá-los. Mas, uma passagem que me marca bastante é quando Clayton e Whitney trocam aquele abraço mudo porém, eloqüente de amor e desejo na porta da igreja em que acontece o casamento de Emily, a melhor amiga de Whitney. Esse abraço simboliza, por razões que não vou elencar aqui, o perdão cujo amor não pode prescindir. Quando penso no livro é esse o primeiro resgate que vem à minha mente. Essa passagem me emociona porque mostra, em relevo, os corações dos amantes sangrando sobre as rachaduras do orgulho, da arrogância, do medo para, no fim, humildemente, aceitarem a dádiva do amor.
O romance tem trilha sonora? Gente, eu acho a música “How could an Angel break my heart” da Tony Braxton a cara desse romance, principalmente, nos trechos lacrimosos..hehe

Novidade do RG! Para facilitar à resposta ao questionário “Qual é o seu romance gracinha?”, resolvi criar um formulário. Para preenchê-lo, é só clicar na galeria das Gracinhas que já participaram dessa seção. A galerinha das Gracinhas encontra-se na barra lateral do blog.
Não é ótimo? Então, participe você também!
















Oi flor,
Conheci esse casal por obra de quem, quem?? You!!!
E agora vc nos presenteia com belas lembranças sobre a história.
Valeu! Obrigada mesmo.
bjs
Driza
Já tinha ouvido falar coisas boas sobre esse livro, e pelo seu post parece ser bom… mas é difícil de encontrar, né? humph.
Beijos, blog gracinha como sempre!
Adoro este Westmoreland… esse foi o primeiro livro que li dessa autora, então tenho um carinho especial pelo casal… realmente o abraço é uma cena difícil de esquecer… Ótima escolha!!!
beijos…
Ai, não resisti e enviei meu romance gracinha! Mas não sei se fiz certo.. depois me diz se escrevi algo errado, Vivi!
Bjoo!
Vi, o dia q eu tiver um tempinho,envio meu romance gracinha =D Que bom que meus posts te animam,fico feliz mesmo..acho q sinceridade é fundamental né?nem rola não ser assim…SAUDAADE tb!beeijoos
Vivi,
só pddia ser vc mesma…
que escolha perfeita. Foi um ótimo presente de aniversário para nós leitoras.
Adorei!
bjs
Cris, tivemos a mesma escolha de autora, né? Mas, a Judith pode!
Beijos, Linda!