Alec Buchanan está prestes a deixar o seu emprego na Polícia de Chicago e retornar a Boston. Restando-lhe apenas três semanas de trabalho ele deve, antes de partir, cumprir uma última tarefa – ser guarda-costas de Regan Hamilton Madison, membro de uma proeminente família de Chicago, dona de uma rede de hotéis. Ao que tudo indica, Regan participou de um seminário onde, numa das atividades, lhe pediram uma lista de nomes das pessoas que considerava nocivas ao mundo e que, possível, eliminaria de sua vida – e agora as pessoas da lista de Regan estão morrendo… Alec aceitou participar do caso, enquanto estivesse trabalhando na cidade, mas jurou que o faria sem envolvimentos. Mas logo acaba descobrindo que evitar maiores envolvimentos com Regan, é o caso mais complicado de todos.
Eu sou abilolada mesmo. Estou com os livros dessa série dos irmãos Buchanan que me foram gentilmente cedidos temporariamente por minha amiga Gis e sem quê nem pra quê iniciei a leitura pelo quarto livro da série. Detalhe: achando que estava lendo o primeiro. Ai que ódio! A despeito de minha vontade, A próxima vítima é o quarto livro da série e, se eu fosse você, pesquisaria no google antes de acreditar na informação dessa leitora desatenta que vos fala.
Mas, assim, a ordem dos livros não altera o resultado pois, conforme me pareceu, os livros anteriores não deixam gancho e, consequentemente, o leitor não experimenta a sensação de estar perdendo algo.
Gostei muito da história ainda que a trama careça de originalidade e apresente alguns furos. Já li uma pá de romances cunhados nesses moldes e alguns autores conseguem desenvolver a trama policial de forma mais engenhosa do que Garwood. No entanto, simpatizei com os personagens, principalmente, com o charmoso Alec. E fiquei ligada no romance entre Regan e ele porque a trama policial não me empolgou muito. Aquele plano infantil de Regan e amigas, convenhamos, é cômico e, em se tratando de mulheres bem resolvidas e inteligentes, não calhou bem. Não consegui digerir a forma como a lista foi criada para, coincidentemente, cair nas mãos do assassino. Correlação pobre de eventos. Sendo assim, o borogodó da história estava na expectativa do que aconteceria entre as quatro paredes e os lençóis.
Quer saber o que senti quando a espera acabou? Então, prolongue o ò do borogodó e terá uma estimativa aproximada.
A linguagem simples do livro me agradou bem como o fato de torná-la ocasionalmente ambígua para não revelar a identidade do assassino. No mais tudo parece ser desenvolvido com o intuito de mostrar mais um Buchanan sendo flechado pelo ardiloso cupido do amor. Para quem gosta do gênero, é deitar e rolar. Claro que vou ler os demais da série, agora tratando com mais respeito a ordem sequencial.
















Eu li o Marcada para Morrer que acredito que não seja o primeiro da série também, rsrsrs.
Ele é no mesmo padrão desse que vc leu, um thriller mais ou menos, com uns lances hots.
bjos
Hum… estava pensando em começar a ler os livros dessa série, mas agora, acho que vou passar alguns livros na frente…rsrs
bjs
Dé…
O único livro desta autora que li foi Castles, que não vi por aqui (Brasil) ainda, mas gostei bastante e se caso alguma editora lançar eu irei comprar.
Eu não gosto muito de romances contemporâneos, prefiro romances históricos, eu vi esse livro dela e pensei em comprá-lo, pois como tinha gostado de Castles, talvez pudesse gostar deste, mas após pesquisar sobre o tema em si não me interessou.
Abraços!
a música é do “O Teatro mágico”..muito boa a letra né?todas são assim,inteligentes!Me fala um e-mail q eu possa te enviar o arquivo e vc ouve =)
beeijos
Tonks, vou ler todos. Depois, te conto.
Dé, quem sabe você não o veja com outros olhos após a leitura?
Vanessa, obrigada pela dica. Tá anotada.
Paulinha, vou deixar meu email no seu blog…
Beijos pra todas!