
Então que pague-se o preço do vício. E a notícia vem aliada à vontade de perscrutar os segredos do mundo Highlander em várias releituras.
Recentemente, reli a Viajante no tempo (primeiro livro da série). Não é primeira vez que o faço porém, uma vez mais se confirma a idéia de que os livros da série não se esgotam em si mesmos. Eles possuem uma qualidade que foge ao trivial. Para além dos ingredientes recorrentes da aventura, mistério e romance, seus recortes históricos são precisos.
E a renovação da leitura permite perceber detalhes que nos passam batidos quando do primeiro contato. Existe um quê de mistério que instiga a mente a perguntar o porquê de vários acontecimentos.
E só espero que a magia Outlander não se extinga em suas seqüências. Criatividade serena, Mrs. Gabaldon!
Voltando a Viajante do Tempo, primeiro livro da série, foi uma feliz surpresa literária em minha vida sedenta de novidade. Nunca pensei que um dia me interessaria em enredos baseados na temática viagem no tempo. A sinopse me pegou de jeito e deixei de lado minhas reservas quanto a ler uma trama que, a priori, me parecia implausível. E a surpresa veio me revelar um livro que não se baseia num romance meramente comum porque não se restringe a retratar o amor como um sentimento vago. O amor nessa história está atrelado a consciência humana, à um sentido plenamente ético.
Sempre que releio o livro, deparo-me com esse pensamento da ética do amor entendido como algo absoluto, como doação, perdão e renúncia. Quando amar é interessar-se pela felicidade do ser amado. E quantos exemplos disso podemos encontrar nessa história, não é? Ao ler o que Jamie e Claire são capazes de fazer um pelo outro, não fica nítida a diferença entre amor declarado e amor vivido?
Espero que me agüentem porque a temporada Outlander está chegando e, provavelmente, terei latim só para isso…rs
No related posts.
Related posts brought to you by Yet Another Related Posts Plugin.








outubro 15th, 2008 at 3:48
Só por curiosidade, Vivi… Dois volumes?… Quantas páginas tem “Tambores de Outono”?
Ai, ai. Vou ter que usar toneladas do meu auto-controle por essas semanas, então. Estou entrando em época de provas no colégio, e tem uma matéria que eu preciso ir MUITO bem para passar. Ou seja, leitura de “Tambores de Outono”, que esperei o ano inteiro, só depois das provas.
Por favor, torça pra que eu passe de primeira e possa ler “Tambores de Outono” o quão logo possível.
Beijos! ^^/
outubro 15th, 2008 at 5:10
Carol, o livro é grande demaaaaissss…o primeiro volume tem 544 pgs e o segundo 504…é para esbaldar em tanta dose highlander, né?
Tenho certeza que a chegada de Tambores de Outono lhe servirá como estímulo positivo para que você passe em seus exames.
Força, garotinha!!!
Beijos
Vivi
outubro 15th, 2008 at 14:33
Obrigadaa, Vivi! =D
Tem razão. 1048 páginas de DG é incentivo o suficiente para eu gabaritar qualquer prova. Já coloquei até de lado o “A Libélula no Âmbar” (a leitura dos seus posts sobre Diana Gabaldon me deu saudades da série =) )
De volta à matéria! Agora com disposição renovada, hehe.
Beijos!
outubro 15th, 2008 at 20:19
Isso aí, Carol!
E ler Diana gabaldon com a cuca fresca é bem melhor!!!
outubro 16th, 2008 at 3:46
Eba, eu já comprei os meus… não vejo a hora de ler todas as mil páginas!
outubro 16th, 2008 at 4:35
Ai, Tathy…é de esfregar as mãos, né?…rs