Edward Rawlings faria qualquer coisa para não assumir o título de duque e ter de passar seus dias cumprindo as obrigações burocráticas do cargo. Por isso, não pensa duas vezes antes de viajar para Escócia e encontrar a única pessoa que poderia substituí-lo: O sobrinho Jeremy, o menino de dez anos que era o verdadeiro herdeiro do título.Órfão, o pequeno Jeremy vive num casebre com a tia Pegeen, uma mulher com opiniões demais para a época. Ela não quer que Jeremy cresça mimado e rodeado de riqueza. Mas sabe que Edward pode oferecer ao menino oportunidades de que ela jamais seria capaz — e aceita mudar-se para a propriedade dos Rawlings, na Inglaterra. Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward enlouquece com a sensualidade e os olhos verdes de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ela havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões. No entanto, ao chegar à mansão, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão, Pegeen sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward?
Já tinha visto alguns bons comentários do livro nos grupos de discussão que participo e em álbuns blogs como esse aqui. Claro que tais comentários me animaram. No entanto, o que mais me instigou a aventurar-me nas 414 páginas do livro foi o bom gosto da capa. Adoro o tom carmim das rosas. E não me decepcionei com o conteúdo.
Cabot já disse não escrever mais livros românticos como gostaria devido a intensa pesquisa histórica que tal gênero demanda. De fato, percebi que na composição dos personagens, principalmente de Pegeen, houve a contextualização histórica representada pela resistência contra a idéia da superioridade masculina que postulava a mulher como incapaz de ter direito sobre si mesma. Elas eram totalmente dependentes dos homens de sua família a quem deviam prestar conta de todos os seus atos (Até nos desejos mais simples como escolher um livro para ler!). Afinal, para eles, as mulheres tinham espírito e mente fracos para lidar com as informações cotidianas de um simples jornal. A vida na Inglaterra vitoriana, não era fácil. As mulheres eram reprimidas e para, Patricia Cabot, foi divertido explorar os acontecimentos que acarretariam a uma mulher caso se rebelasse contra tais imposições.
A descrição dos vestidos maravilhosos que a Pegeen usava foi um show a parte. Dentre os momentos marcantes, foi um prazer observar Pegeen socando o Lord Edward quase toda vez que esse se aproximava dela aos beijos. E fiquei enternecida pelo bom caráter do Lord Edward. Apesar da reputação de má fama o preceder, ele é um grande sujeito. Sendo que, o melhor dele aflorou quando conheceu Pegeen.
Os senões são pequenos e não tiram o brilho da história mas, vale a pena comentá-los:
Primeiro, a inteligência e sagacidade de Pegeen não combinou muito com aquelas passagens “será que ele me ama?”. Estava na cara o quanto Lord Edward estava caído por ela. E achei desnecessário a autora perder tempo com isso ao invés de nos regalar com mais surpresas na trama. Além disso, percebi que Pegeen começou resoluta, forte e decidida mas, ao longo da história as características que a tornam marcante se esmaecem.
Segundo, faltou explorar o cenário da estufa. Pouca coisa acontece por lá. Pôxa, remete-se ao título do livro. A Pegee não acreditou quando o Lord Edward — para convencê-la a ir (ela e o sobrinho) morar na propriedade dos Rawlings — disse que, em pleno inverno, as rosas floresciam. È sandice minha ou não poderia se dar nesse cenário lindo —mas subaproveitado—, a declaração de amor tão esperada? Embora, que fique muito claro, no livro não falte o aumento do efeito estufa.
Enfim, é uma leitura que combina com a atmosfera primaveril. E uma vez iniciada a leitura torna-se difícil interrompê-la.
E A rosa do inverno fez brotar uma seqüência: Portrait of my Heart.
















Vivi que bom que gostou de “A Rosa do Inverno” ele me agradou muito!!! Sobre a meg nao escrever mais historicos, ano que vem ela presenteia todos os fãs dela e de Mia, com o “Ranson of my heart”, classico historico escrito por mia, com a ajuda da Meg! Já esta na minha agenda de compras!
Quantas novidades boas, Tay! Já está pensado para minhas cestas de compras também…e claro, vou ficar atenta às novidades.
Valeu!!!!
Beijocas
Eu amei A Rosa do Inverno,só comprei o livro pq reconheci o sobrenome,mais nem sabia que ra a Meg,então li a sinopse e adorei,agora to aguardando os outros livros dela,espero que venham logo..Ameeiiiiiiiii…