Dizem que “romances de banca” são melosos, açucarados e outros tantos termos derivados. Acho graça dessa analogia. Essa comparação mesclada a um combate que tenta depreciar os romances que só as mulheres apreciam (me engana que eu gosto!) é inócua. Para mim, não é ofensa. Mas sim, um bom elogio com o lastro do estímulo.
Afinal, atire o primeiro petit gateau, quem nunca provou um docinho? Tem gente que come e se lambuza. Porém incapaz de confessar, vomita o que comeu para esconder os vestígios do alimento consumido vorazmente.
Existe, sim, bocas amargas que não apreciam o mel. Nossos romances, porém, não são para qualquer boca. Há que ter sensibilidade para apurar cada nota gustativa ingerida. Inclusive aquele doce que de tão doce enjoa, está para os de estômago forte e coração sensível.
Romances de banca? Leio sim. Figurativamente, sou a dona da banca. E tal qual uma formiga num pacote de balas, assim sou eu escolhendo meus romances Júlia, Sabrina, Mirella…
Pensando bem, para honrar o contexto açucarado desses livros, deveria ter séries intituladas Carolina, Marta Rocha, Dulce, Melissa….
Ah, mas, não importa. Doces têm nome de mulher.
















Vivi querida, parabéns!!!
Achei bárbaro seu post. Eu também leio romances de banca e não me envergonho disso. Romances são para pessoas especiais, pessoas com o coração preparado para sentir, para amar a si e aos outros.
Adorei a idéia para os nomes das séries “brasileiras”. Que tal começarmos a criar romances bem açucarados com os nomes propostos. Eu topo!!!
Bjs
Cris, amiga
Adoro seu entusiasmo.
A gente bem que podia fazer esses romances mesmo, né?
È brincando que a coisa fica séria.
Beijos
Vivi
So cool!
Eu tenho um carinho especial por esse post…hehehe