Titulo Original: The time traveler’s wife
Editora Objetiva
Esse livro tomou conta de mim quando o li. Na época custei a tomar fôlego para me aventurar em novas searas. Fiquei entorpecida com a historia, com o romance, com tudo. Encontrar a pessoa perfeita (mesmo e por causa de sua imperfeições..rs) que dê sentido a sua existência, vivenciar um amor intenso que transpõe, não só as barreiras físicas, espaciais, temporais, mas, as barreiras internas, acima de tudo, é o mote da história. Oscilei entre os risos e as lágrimas durante leitura da qual não larguei sequer para respirar…rsrs.
****Um de meus livros preferidos****Só para constar
Nossa… a narrativa é tão diferente também. Talvez produza um efeito diferente em cada pessoa. Mas, todas as pessoas do meu círculo de amigos que leram o livro ficaram também rendidos (homens e mulheres). Assim, como travamos conhecimento com autores novos como Guillaume Musso, Cecelia Ahern, Ronda Thompson e a própria Diana Gabaldon, dos quais virei admiradora confessa, Audrey é uma autora que vale a pena. Segue um resumo que achei na net do livro:
Mulher do Viajante do Tempo
Por vezes, também se encontra Ficção Científica fora das colecções habituais. É esse o caso d’A Mulher do Viajante do Tempo (The Time Traveler’s Wife, 2003), primeira obra da americana Audrey Niffenegger.Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo intrigante e arrebatador, que alia com magistralidade a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo. Para Henry, essa inexorabilidade assume contornos estranhamente inusitados: ele é prisioneiro do tempo, mas não como o comum dos mortais. Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer, para uma data e um local inesperados, onde aparece completamente desprovido de roupa ou de outros bens materiais. A Clare, sua mulher e seu grande amor, resta o papel de Penélope, de uma Penélope eternamente reiterada a cada nova partida de Henry para onde ela não pode segui-lo. Quando Clare e Henry se encontram pela primeira vez, ela é uma jovem estudante de artes plásticas de vinte anos e ele um intrépido bibliotecário de vinte e oito. Clare já o conhecia desde os seis anos… Henry acabava de a conhecer… Estranho?! Poderia parecer, não fosse a mestria de Audrey para tecer os fios do tempo com uma espantosa clareza. Intenso e fascinante, A Mulher do Viajante no Tempo é um livro inesquecível pela qualidade das reflexões que provoca, pela sensibilidade com que nos retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo. Na orla desse oceano, perscrutando o horizonte, ficará sempre Clare, à espera de um regresso anunciado…
E vai virar filme. Com Eric Bana e Rachel McAdams.
















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