fev
09

plagio1 copy

A blogosfera literária unida vem através desta blogagem coletiva mostrar seu repúdio a aqueles que se utilizam dos textos alheios para se projetar na web. O mundo virtual dos blogs é um espaço livre, de compartilhamento de ideias e opiniões, mas essa liberdade também deve ser norteada pelos princípios da ética e da camaradagem.Infelizmente a ética e a camaradagem não têm sido respeitadas por algumas pessoas. Nos últimos dias tivemos conhecimento de que um dos blogs dedicados a falar sobre o universo dos livros o “Nossos Romances”, foi quase que totalmente copiado. A proprietária (e nós também) vimos que além do layout do blog, vários textos foram simplesmente transplantados de um blog para o outro. A confirmação do plágio se deu a partir da comprovação que as mesmas resenhas publicadas no blog Nossos Romances, estavam publicadas aqui.


Plágio 1 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio1.jpg

Plágio 2 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio2.jpg

Plágio 3 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio3.jpg

Plágio 4 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio4.jpg

Plágio 5 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio5.jpg

Plágio 6 – http://i630.photobucket.com/albums/uu30/blogtonks71/plgio6.jpg

As blogueiras têm consciência de quando os textos estão inseridos na internet, há possibilidade de menções e cópias, mas o que não é admitido é ter os nossos textos copiados, sem a nossa autorização ou, pelo menos, um aviso de que o texto será reproduzido. A falta desse aviso é compreendido pelas blogueiras como uma simples cópia com o intuito de aproveitar-se da audiência e/ou sucesso alheio.

O caso do blog Nossos Romances que teve seu template e textos copiados, chegou a tal ponto que até o domínio .com.br foi registrado. A ação é considerada como plágio e a blogosfera literária repudia, abomina e em conjunto vai denunciar essa atitude.

Olá, caros leitores do RG, tive que adiar a sessão “Qual é o seu romance Gracinha?” de hoje para tratar desse assunto inadiável e lamentável. Para quem não sabe, plágio é quando alguém divulga como sendo de sua autoria um trabalho que pertence a outrem. Segundo o Houaiss, seu significado implica ainda fazer imitação do trabalho alheio. O ato é de tamanha vileza a ponto de ser considerado crime. Pois se trata de uma violação da ética e da honestidade e uma ofensa ao espírito colaborativo e à inteligência coletiva da atual web 2.0 da qual participamos.

Engajei-me na blogagem coletiva por acreditar em tais ideais e, em igual medida, em solidariedade a Lili, dona por direito e excelência do blog Nossos Romances, que foi mais uma vítima da vilania e mesquinharia dos que sugam a energia vital dos que pensam e constroem com autenticidade. Escrevo agora tomada de indignação e tristeza porque a Lili com o seu excelente blog  foi um dos agentes determinantes da existência do Romance Gracinha. Vê-la passando por tal situação me fere muitíssimo. Não se enganem! Caso como esses afetam a todos, pois a perda é coletiva. Perdemos em qualidade, perdemos em inspiração.

Tenho plena consciência de que a questão do plágio, em razão de seu caráter complexo, não se esgota no que digo aqui. Também não me coloco na posição de ser a epítome da perfeição e acima de qualquer correção com relação ao assunto. Reconheço que tenho muito a aprender sobre. Mas, isso não me deixa menos avalizada para registrar o meu manifesto em prol da originalidade expresso nas palavras bem ditas da blogagem coletiva acima. Quem se sentir compelido a participar da causa, divulgue essa blogagem. Nós agradecemos.

fev
01

Ficha de Leitura

Tema: Livros de banca

Mês: Janeiro


Um pouco sobre o mim

Eu sou o (a): Rê Lima

Moro em (Cidade/Estado – UF): Brasília/DF

Na net, você me encontra (Blog ou Site):

http://incubadoraliteraria.blogspot.com/

http://romancegracinha.com/


Neste mês, eu li:

picture2life_00000_originalTítulo: A PRINCESA RAPTADA

Nº de páginas: 285p

O livro é sobre…Príncipes e princesas. A sinopse introdutiva que consta na contracapa do livro resume da seguinte forma a história: “Era uma vez uma princesa, que despareceu sem deixar rastros….até o dia em que um príncipe a encontrou e a trouxe de volta”

Histórias de príncipes e princesas sempre iniciam com o Era uma vez…

Não poderia ser diferente ou poderia?

Confesso que apenas a chamada introdutória do livro não me fez comprar a idéia da história. Pensei: “ Mais  uma história de príncipes e princesas”. Resolvi ler o restante da sinopse. Agradou-me um pouco mais, mas não me dei por convencida. Resolvi pagar para ver.

Então aceitei o convite e me imergir na Escócia de 1810. Ali, conheci Sorcha, herdeira do trono de Beaumontagne que para fugir da revolução em seu país fora mandada para um convento escocês. Em companhia das freiras seguia com sua vida tranquilamente. Longe de todos os pecados da carne (será?) até que em seu caminho surge um pescador esquisito que logo se encanta por ela. Na verdade, o tal pescador é o príncipe Rainger.  O jovem príncipe é incumbido de protegê-la e levá-la de volta, em segurança,  para Beumontagne. O príncipe também sonha reconquistar o seu país e governar junto com a amada. Mas, até lá, esses dois irão se envolver em aventuras, confusões, brigas, beijos, abraços, amassos, beijos, brigas e muito mais. Já deu para imaginar, não?

Pois é,  minhas caras e meus caros, essa é a história contada em uma versão fast food. Se quiserem experimentá-la com mais, digamos sabor,  terão de ler o livro.

Eu escolhi este livro porque…

Em primeiro lugar foi indicado por minha mana Vivi. E em segundo, por ter ido com a “cara” do livro, pura e simplesmente!

Divertida e prazerosa. Confesso que tempos atrás, já fui fã da literatura chamada “mulherzinha”, mas há muito não lia os livros por considerar as histórias sempre iguais.

Neste romance, em particular, a autora tempera a  história com tiradas engraçadas que dão um toque especial à trama.  Ela tem um bom tempo de humor e sabe utilizá-lo nos momentos certos. Obviamente, existe toda a dramaticidade presente em romances desse gênero. Mas, a história se desenrola e não é arrastada. Os personagens, apesar de caricatos, são sedutores. Temos a jovem inocente que desconhece os mistérios da arte do amor até encontrar em seu caminho o jovem e “bem dotado” príncipe de sua vida.

Como em todo romance, o casal de pombinhos  terá de enfrentar todos os obstáculos até se entregarem por definitivo um ao outro. Até o tão sonhado happy end irão se envolver em muitas aventuras.  Garantia de diversão despretensiosa com certeza.

Alguns trechos do livros  com as pérolas da personagem Sorcha e em seu momento de “descoberta”:

“ O seu…negócio é fora do comum de grande?”

“E gaita de fole me parece muito coloquial”

“Eu bem que gostaria de ver o elenco reunido”.

É isso aí, eis algumas tiradas da princesinha. Poderia soar brega, mas a forma como a história é contada, com muito humor, suaviza o apelo sexual contido nos diálogos. É obvio que existem os tais momentos “picantes”, mas eles ficam em segundo plano.

Eu diria que o destaque fica para os diálogos perspicazes e engraçados.

Com base em minhas impressões, a minha nota para o livro é 5/5

jan
24

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Tema: Romance/Livro de Banca

Mês: Janeiro/210

Neste mês eu li: Vida dura

Autora: Claudia Tajes

Editora: LP&M Pocket

Nº de páginas: 168

Sinopse: A vida de Leonel de Moura Brizola Coelho não é nada fácil. Além de suportar as brincadeiras por conta de seu nome, a ele faltam dinheiro, amor, conforto e trabalho. Não necessariamente nessa ordem. Pulando de biscate em biscate para sobreviver na periferia de Porto Alegre, ele tenta desesperadamente inventar novas formas de ganhar alguma grana. Até que ele se depara com uma reportagem de jornal que vai transformar a sua vida numa gozação só – e não no sentido figurado. Com o estilo irreverente que a consagrou como uma das mais interessantes vozes da novíssima ficção brasileira, Claudia Tajes tece essa bem-humorada e inusitada narrativa, que gira em torno de se ganhar dinheiro doando sêmen, concretizar as próprias fantasias, ser feliz e outras improbabilidades da vida.

O livro é sobre uma história nonsense. Inusitada mesmo. Não dá para contar os detalhes sob pena de cortar o barato da leitura. Portanto, sem ultrapassar as linhas gerais contidas na sinopse, seguem algumas observações nada ordenadas acerca do que li.

Metaforicamente falando, Vida dura, o título, refere-se ao endurecimento do órgão genital masculino. Isso mesmo que você leu, caro leitor. Estou falando do pênis. E no caso do livro em questão, a ferramenta de trabalho de Leonel, um obstinado doador de sêmen. Por força do ofício, sua ferramenta deve estar sempre alerta (positivo e operante!) sempre quando requeridos os seus préstimos. Como seria com qualquer doador de sêmen que leva tão ferreamente o seu ofício, circunstâncias inusitadas não se furtam a acontecer. Eis a síntese da  nada mole vida de Leonel Brizola.

Assim como Dominique Molise de Fante, Leonel Brizola, apesar da condição sui generis de seu sustento, é um sujeito comum desempenhando seu papel de inventor de utopias. Um perdido em sonhos de glórias! È de uma estranheza ver como realmente ele leva a sério a fantasia de uma prodigiosa carreira como doador de sêmen! Mas…para o bem ou para o mal, esse é o Leonel com todos os vícios e virtudes de sua fértil imaginação.

E  assim Claudia Tajes faz troça desse pobre sonhador! E ao explorar o tom jocoso, Claudia nos fornece um elo emocional que nos liga à visão de mundo de Leonel.

Abro um parêntesis para citar as palavras Dostoiévski escritas em “Escritos ocasionais”. De certo modo tais palavras alcançam correspondência com o  micro-mundo particular de Leonel:

dostoievski

Dostoievski

E vocês sabem o que é um sonhador, cavalheiros? É um pecado personificado, uma tragédia misteriosa, escura e selvagem, com todos os seus horrores frenéticos, catástrofes, devaneios e fins infelizes… um sonhador é sempre um tipo difícil de pessoa porque ele é enormemente imprevisível: umas vezes muito alegre, às vezes muito triste, às vezes rude, noutras muito compreensivo e enternecedor, num momento um egoísta e noutro capaz dos mais honoráveis sentimentos… não é uma vida assim uma tragédia? Não é isto um pecado, um horror? Não é uma caricatura? E não somos todos mais ou menos sonhadores?

 

Essa citação encaixou-se bem à imagem mental que fiz da trama como um todo. Leonel é deformação grotesca do sonhador que exagera no sonhar. Uma caricatura vivendo ao sabor do vento.

No final das contas, o que se lê é o humor combinado a uma boa dose melancolia. Um humor que não me fez rir de doer, é vero.  De fato os acontecimentos narrados suscitaram-me piedade.  Não que seja essa uma característica desabonadora da obra. Não é bem assim. O texto de Tajes é amigo da realidade sem peneiras, não há odes à nobreza e à pureza de atitudes. Alegríssimo off.  Ao invés da densidade dramática, a autora opta pela comicidade presente em uma vida “desinspirada” onde o risível é de um gênero triste. Esse contraste adequa-se a trama perfeitamente. Vale a pena ler.

Escolhi o livro porque tendo lido Dez quase amores e a Vida sexual da mulher feia, gostei do estilo da Claudia Tajes e quis conhecer mais de suas obras.

A leitura do livro foi perturbadora. De uma qualidade que nos faz pensar. Aliás, essa é uma característica forte na escrita de Tajes. Não deu outra: senti-me desconfortável em acompanhar o hedonismo solitário e utilitário de Leonel.  Foi meio claustrofóbico assisti-lo encerrado em seu quarto, na cabine de doação de sêmen masturbando-se, preso ao seu mundinho sem perspectiva, numa imersão tóxica de escapismo. Considero uma leitura enriquecedora por trazer à baila a questão do estigma que marca aqueles que vivem como podem.

Antes de dar minha nota, uma explicação: percebi que alguns participantes do desafio não estão se sentindo confortáveis em avaliar a obra lida com base em menções. Considero justíssimo. Aliás, uma fala em especial me fez repensar esse lance de notas. O objetivo nunca foi o de depreciar os autores e seus escritos. Como leitora consciente que sou, respeito o trabalho de nossos escritores e sei o quanto é árduo o trabalho de composição literária. E por isso esclareço: de minha parte, a avaliação serve como uma classificação pessoal e emocional sem maiores pretensões analíticas mesmo porque não tenho cacife para tanto. Portanto, sendo fiel a esse meu pensamento, aboli a categorização dos livros como sendo bons ou ruins. Em seu lugar, surge uma nova categorização de um jeitinho só meu, claro, e por isso, inteligível apenas para mim. Assim sinto-me confortável para acompanhar o percurso de minhas leituras da forma emocional, sensorial e a flor da pele como sempre fiz.

Nota ao meu gosto*:4/5

*De 1 a 5, com gradação crescente do que menos gostei para o que mais gostei. That’s all…

jan
17

kamila

 

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Bastardos Inglórios

“Fiquei dormindo lá por muito tempo. Três dias, disseram-me… E o que eu encontrei ao acordar? Não um homem, mas uma outra pessoa a me vigiar. A menina que roubava livros”.

Você deve estar se perguntando: Por que eu estou vendo uma fotografia do filme Bastardos Inglórios se a coluna de hoje é sobre o livro A menina que roubava livros, do Markus Zusak (que, a propósito, é um escritor lindíssimo)?

Bem, a explicação é simples:

Eu estava loucamente querendo ver o filme Bastardos Inglórios, mas pensei:

- Cara… filmes do Tarantino costumam pingar sangue da TV.

OBS: Eu não gosto de três tipos de filme: filmes com muito sangue, filmes com tortura e filmes com muita neve.

Minha solução foi comprar o roteiro do filme Bastardos Inglórios.

O primeiro capítulo correu bem e eu estava até pensando em alugar o filme, contudo, a partir da página 30, o sangue começou a pingar do roteiro e eu encalhei na página sessenta…

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Minha singela opinião é que o tema Nazista Mau Que se Ferra no Final já se esgotou há muito tempo. Existe muitas possibilidades ao redor da Segunda Guerra mundial e poucas as utilizam. Minha esperança era que Tarantino pudesse ter quebrado com essa tradição cansativa, mas foi justamente o australiano Markus Zusak (Lindo!) que o fez.

No livro A menina que roubava livros, o foco está no lado oposto: nos civis alemães e sobre os alemães pais, mães, crianças, vizinhos e amigos. As páginas desta obra trazem uma simplicidade e uma realidade tão grande que você se sente parte da Rua Himmel.

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Imagem 2

Ler A menina que roubava livros é uma experiência e tanto para quem está cansado dos clichês Hollywoodianos sobre a Segunda Guerra Mundial.

A protagonista, Liesel Meminger, e seu amigo, Rudy Steiner, são tão completos e complexos que parecem seres humanos de verdade… como se você pudesse sair na rua e trombar com o menino do cabelo cor de limão.

Eu não quero falar demais, então vamos para a criação.

A inspiração partiu de dois dos filmes “infantis” que eu mais gosto: A princesinha e Desventuras em série.

Desta vez, o trabalho foi mais artesanal e fotográfico do que ilustrativo:

Agora, acho que somos amigos, essa menina e eu”. Max Vandenburg.

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Crédito: Kamila Denlescki

 

À esquerda, quadro feito por mim com papel cartão, sulfite, cola e tesoura (com ponta).

À direita, conjunto de chá em miniatura com inspiração Art Nouveau alemã.

Música que ouvi enquanto desenhava: Other Father Song (trilha de Coraline).

O livro A menina que roubava livros tem gosto de: Confeti (Você se cansa de tanto comer, mas reclama quando acaba).

Liesel tem cheiro de: Si (Lolita Lempicka).

Inspiração para a roupa da Liesel: Isso mais ver estranho, mas lá vamos nós… Botões Laura Walker!

 

Fontes:

Imagem 1 http://vanessa3118.blogspot.com/2009/10/little-princess-film_4949.html

Imagem 2 weheartit.com/cakehearts

Category: Lit Glamour  8 Comments
jan
11

afarsanadeOlá! eu sou a Nade.

Meu blog é http://nadejane.blogspot.com/

O meu Romance Gracinha é A farsa – Editora Sextante

È um Romance Gracinha porque a história é envolvente e surpreendente demais!

Quando comprei o livro, fui atraída pela sinopse, tendo a certeza que se tratava de uma boa história.

o estava enganada. Li as 335 páginas em uma semana!

Cada acontecimento desperta ainda mais a curiosidade do que ainda vai vir e o final é sensacional!

Tem alguns livros que você tem ideia de como terminará a história. Neste, você jamais imaginaria como tudo vai acabar.

Adorei!

O Romance é sobre a descoberta de Jonathan, que, após um grave acidente nos Alpes suíços que ocasionou a morte da sua esposa, Emma, fica sabendo que ela tinha outra identidade.

Ele, depois dessa perda, recebe uma correspondência endereçada à esposa contendo dois bilhetes para resgatar bagagens numa estação de trem bem longe dali.

Movido pela curiosidade, pois não havia a identificação do remetente, ele vai até esta localidade e é surpreendido por dois homens que tentam roubar essas malas. Um deles morre. Jonathan foge. E descobre que Emma chamava-se Eva Kruger.

Com quem ele se casara afinal e o que significava essa dupla identidade? Qual seria a verdadeira: Emma ou Eva e o que ela fazia? Seria ela uma agente secreta envolvida em atos terroristas e espionagem internacional? O pior é que, a partir deste assassino, ele passa a correr sérios riscos, tendo que salvar a própria vida. É incrível!

O ápice é quando o personagem principal, Jonathan, procura entender porque a sua mulher, Emma ou Eva, estava envolvida em toda uma conspiração.

Tem trilha sonora? Com certeza!

A música perfeita para este livro é “L’amour Est un oiseau rebelle (Habanera)”, da da ópera Carmen de Bizet.

Classificação: 5/5

 

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E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi